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O Cristão e o Carnaval

CONCEITO: Segundo a enciclopédia Barsa, “Não se sabe ao certo qual a origem da palavra carnaval. Na opinião de Antenor Nascentes, se aplicava originariamente à terça-feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne. Outros etimólogos propõem como origem o baixo latim carnelevamen, modificado mais tarde em carne, vale! que significa \"adeus, carne!\" Carnelevamen pode ser interpretado como carnis levamen, \"prazer da carne\", antes das tristezas e continências que marcam o período da Quaresma”.

Reflexão sobre a Bíblia e o carnaval:

O cristão e o Carnaval:

Sabemos ser o Carnaval uma festa da carne que não é devida a nós que “não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele por ninguém é julgado. Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo” (I Coríntios 2.12-16).
O Senhor nos faz sentir o prazer pela sua palavra (Salmos 1.2) e perder o prazer pelas coisas da carne, saindo da “roda dos escarnecedores” quando o Espírito Santo nos convence do pecado (João 16.8-11). Por isso não adianta combatermos o carnaval com a nossa carne (vontade ou opinião), precisamos aprender a lutar espiritualmente e pedir a Deus que convença nossos familiares, amigos e governantes a abandonar estas práticas.
O que acontece no Carnaval:

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia (sensualidade, pornografia, devassidão) idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias (teimosia, tenacidade), ciúmes, iras, discórdias, dissensões(desarmonia, divisão, desacordo), heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gálatas 5.16-21).
O que acontece no carnaval foi descrito nestes termos, mas todos os anos, através dos mesmos veículos de comunicação que divulgam esta ‘festa’ o saldo é: rombos nos cofres públicos que bancam estas comemorações, assaltos, acidentes de trânsito, assassinatos, lares desfeitos por adultérios, gravidez inconsequente, milhares de jovens experimentam drogas pela primeira vez, o vírus da Aids é comprovadamente proliferado em alta escala nestas datas, etc. E se existissem saldos positivos, seriam mínimos diante de tais fatos.
O pão e o circo

Na antiga Roma os imperadores conduziam as multidões às arenas para assistir espetáculos por vezes sensuais, outras vezes macabros, distribuindo pães que eram jogados ao povo e com isso os conquistavam despedindo-os ainda mais pobres e ignorantes. Essa era uma estratégia para distrair e ocupar o povo, dominando a opinião da massa fazendo-os pensar que tudo está bem.
Hoje essa cena se repete nos carnavais, o povo é iludido pensando que tudo vai bem enquanto se autodestroem! Qualquer cidadão consciente não pode se conformar com tal situação, muito menos um cristão/ã.
A festa de Deus

A Palavra de Deus diz que há uma festa no céu quando um pecador se arrepende (Lucas 15.10). Mas quando o mundo festeja a carne, o que será que acontece no céu? E quando um cristão que recebe o Espírito de Deus se deixa participar ou assistir tal ‘festa’ será que há uma festa no céu? O cristão não pode servir a dois senhores!
“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas! Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro” (Mateus 6.21-24).
A Igreja Evangélica sempre combateu as festas carnavalescas e a todo tempo ensina seus membros a serem: moderados nos divertimentos; modestos no trajar; abstêmios do álcool como bebida; empenhados no combate aos vícios.

Fonte ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

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Ação Social no Conjunto Araucária - 23 10 2016

LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

                             9 de Agosto de 2016

Texto Áureo

"A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa f é não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (l Co 2.4,5)

Verdade Prática

Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espirito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo académico e do mundo político.

  

LEITURA DIÁRIA

 


Segunda – Dn 1.1-8: Os hebreus na universidade de Babilónia

Terça – Dn 1.19,20: A excelência académica de Daniel

Quarta – 1Co 1.18: A supremacia da Mensagem da Cruz 

Quinta – 1Tm 2.7: Paulo, doutor dos gentios

Sexta – Cl 4.14: Lucas, um evangelista acadêmico

Sábado – Mt 23.24: Sábios a serviço do Evangelho de Jesus Cristo

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 2.24-28

24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação.

25 Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação.

26 Respondeu o rei, e disse a Daniel ( cujo nome era Beltessazar ): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?

27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei;

28 Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes.

 

HINOS SUGERIDOS 63,149, 600 DA HARPA CRISTÃ

OBJETIVO GERAL

Mostrar que precisamos alcançar com as Boas-Novas o mundo académico e político.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Compreender que Daniel fez a diferença na universidade de Babilónia.

Conscientizar de que Daniel e seus amigos souberam realçar a sobera­nia do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

Explicar a intervenção de Deus na política babilônica.

 

* INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos alcançara todos com as Boas-Novas. O mundo académico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. A Escola Dominical deve preparar os crentes para serem testemunhas do Deus Todo-Poderoso nas universidades e na esfera política. Infelizmente, ao chegarás universidades, muitos acabam sendo envolvidos por filosofas malignas, apostatando da f é cristã. Precisamos seguir o exemplo de Daniel e seus amigos. Eles tiveram uma vida pública, política e académica de sucesso, exaltando e glorificando o nome do Senhor. Estes não se deixaram contaminar pela cultura babilónica, mas foram "sal" e "luz" em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado.

 

INTRODUÇÃO

A evangelização nas universidades também deve ser uma prioridade máxima da igreja, pois do universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e le­gisladores. Cabe-nos, pois, preparar adequadamente nos­sos irmãos em Cristo, a fim de que, nocampus, atuem como reais testemunhas de Jesus Cristo. Somente desta maneira viremos a ter um país mais justo e comprometido com a Ética Cristã.

 

Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilónia, destacaram-se como académicos, servidores públicos e políticos. Eles mostraram, em atos e palavras, a supremacia do Deus de Israel.

A vida desses hebreus serve de exem­plo aos académicos e políticos cristãos, que lutam por levar o Evangelho às mais altas esferas do conhecimento e do poder.

l – DANIEL NA UNIVERSIDADE BABILÔNICA

Em Babilónia, Daniel e seus três companheiros foram reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4).

Eles, porém, jamais renunciaram o seu temor a Deus, que é o princípio de toda a sabedoria (Pv 1.7).

 

  1. Uma vida testemunhal.

Antes mesmo de serem matriculados na universidade babilónica, eles resolveram firmemen­te, em seu coração, não se contaminar com a cultura caldaica (Dn 1.8). O seu ob­jetivo não era destruí-la, mas transformá-la através de uma postura santa e testemunhal. Mais adiante, eles vieram a influenciar até mesmo a classe política do império.

 

Os crentes devem ser orientados para que testemunhem de Cristo também no campus universitário. Em primeiro lugar, o universitário crente evangeliza através de um testemunho santo e ir­repreensível que, por si mesmo, é uma mensagem. E, também, por meio de uma abordagem sábia e oportuna, que mostre a razão de nossa esperança (l Pé 3.15). Nenhum universitário cristão deve sacrificar o Evangelho no altar da pós-modernidade. Antes, que seja opor­tuno na proclamação de Cristo.

 

  1. Uma carreira académica teste­munhal.

Incentivemos nossos irmãos (as) a que sobressaiam pela excelência aca­démica. Se apresentarem rendimentos medíocres, como poderão demonstrar que o amor a Cristo conduz à verdadeira sabedoria? Vejamos o exemplo de Daniel e seus companheiros. Eles formaram-se com louvor máximo: "E em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20).

A mediocridade académica depõe contra o Evangelho. O crente que ama a Cristo adora-o também com as suas notas, graduações, mestrados e doutorados.

 

  1. Uma carreira testemunhal.

Daniel e seus três companheiros foram inseridos, imediatamente, na elite cultural e científica de Babilónia. E, nessa posição, Daniel ficaria por mais de 70 anos (Dn 1.21). Jesus precisa de testemunhas em todas as áreas do saber humano. Ele também morreu pelos cientistas, médicos, advogados, sociólogos e educadores. Se preparar­mos devidamente os crentes, levaremos Cristo à elite cultural de nossa nação e do mundo. Por conseguinte, treinemos os crentes para que formem, no compus, grupos de oração, estudo bíblico e evangelismo. Desses núcleos, Deus haverá de suscitar testemunhas irresistíveis de sua Palavra. O Evangelho de Cristo não pode ausentar-se das áreas cultas.

 

PONTO CENTRAL

A Igreja do Senhor precisa fazer a diferença no mun­do académico e político.

 

SÍNTESE DO TÓPICO l

Daniel e seus amigos foram educa­dos na universidade babilónica, mas não se corromperam.

 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Arqueólogos revelam que os quatro jovens devem ter estudado por exemplo: língua caldeia, textos cuneiformes em caldeu e acádio, uma vasta gama de re­sumos sobre religião, magia, astrologia e ciências, além de falarem e escreverem em aramaico.

 

Aproveite para mostrar aos alunos que quando o nosso compromisso com Deus é forte, isso não significa ne­cessariamente que seremos corrompidos por uma educação pagã, numa sociedade pagã" (RICHARDS, Lawrence O. Cuia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capítulo por capítulo, 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p, 513).

 

II-DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA

Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um governante que desconhecia por completo a so­berania divina. Entretanto, souberam como, num momento crítico, realçar a soberania do Único e Verdadeiro Deus.

 

  1. A crise escatológica.

O rei Na­bucodonosor estava preocupado com o futuro de seu império, quando Deus lhe mostrou, em sonho, o estabelecimento do Reino do Céu na Terra. Como nenhum de seus magos ou astrólogos fora capaz de interpretar-lhe o sonho, decretou a morte da elite intelectual de Babilónia (Dn 2.5). A academia babilónica era inútil naquele momento.

 

Crises semelhantes desafiam os académicos cristãos nas diversas áre­as do conhecimento. Por essa razão, precisam estar alicerçados na Palavra de Deus, a fim de mostrar o Evangelho de Cristo como a única solução a todos os problemas humanos.

 

  1. A resposta teológico-evangélica.

Naquele momento de crise, e diante da própria morte, Daniel apresenta corajosamente a resposta divina: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias [...]" (Dn 2.28). E, assim, o profeta fez saber a Nabucodonosor o programa divino para os últimos dias.

 

Somente o Evangelho de Cristo pode responder às questões que tanto angustiam a humanidade. Aproveite, pois, a crise atual, para proclamar a todos, inclusive aos sábios e poderosos, que somente Cristo pode resgatar a sociedade atual de uma ruína certa e anunciada.

 

CONHEÇA MAIS

Império Babilónico

"Depois da destruição de Nínive, sete anos antes, o Império Babilónico começou a crescer tão rapida­mente que não dispunha de número suficiente de ba­bilónios cultos para a cúpula governamental. Por isso, Nabucodonosor levou para Babilónia jovens saudáveis de boa aparência e de alto nível cultural a fim de ensi­nar-lhes a cultura dos caldeus e, assim, torná-los úteis ao serviço real. Entre eles estavam Daniel e seus três amigos". (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD).

 

SÍNTESE DO TÓPICO II

Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

 

SUBSIDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar com a vida por isso. Note-se que Daniel não tinha agora a presença dos seus pais para orientá-lo nas suas decisões; mas seu amor a Deus e à sua lei achava-se de tal modo arraigados nele desde a infância, que ele somente desejava servir ao Senhor de todo coração.

 

Aqueles que resolvem permanecer fiéis a Deus, enfrentando a tentação, receberão forças para permanecerem firmes por amor ao Senhor. Por outro lado, aqueles que antes não tomam a decisão de permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra, terão dificuldade para re­sistir ao pecado ou evitar conformar-se corn os caminhos do mundo" [Lv 19.29; 21.7,14; Dt 22.2] (Bíblia de Estudo Pen­tecostal Rio de Janeiro: CPAD, p. 1244).

 

III. A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABIÔNICA

 

Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir a pior crise do Império Babilónico. Naquele instante, ele não poderia ser politicamente correto. Por isso, proclamou corajosa­mente a sentença divina sobre o reino de Belsazar.

 

  1. A corrupção de Babilónia.

Em­bora Nabucodonosor tenha reconheci­do o senhorio divino em três ocasiões, seu filho, Belsazar, ao substituí-lo, não demorou a levar o império à ruína. Numa noite de orgia e insultos ao Deus de Israel, ele profanou os utensílios sagrados do Santo Templo na pre­sença de suas mulheres, concubinas e grandes (Dn 5.1-3). Naquela mesma hora, o Senhor escreveu, na parede do palácio, a sentença de morte daquele reino. O mesmo acontece no Brasil.

Deus está a requerer de seu povo uma atitude mais evangélica, santa e decisiva (2 Cr 7.14).

 

  1. Daniel, o incorruptível.

Como nenhum académico babilónico fosse capaz de ler a sentença divina escrita na parede, o nome do velho profeta é evocado. Já na presença do rei e rejeitando todos os dons e agrados que este lhe oferecera, Daniel leu a sentença (Dn 5.25-31). Mais uma vez, ele não se deixou enlaçar pelo charme do politicamente correio. Interpretando a inscrição, repreendeu energicamente o monarca.

 

Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever. Que venhamos, neste momento de crise económica e política que debilita o Brasil, anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. Os governantes, legisladores e juizes também precisam ouvir que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e, em breve, virá nos buscar.

 

SÍNTESE DO TÓPICO III.

Deus é soberano e Senhor. Ele in­terveio no político babilónica.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

A Religião Babilónica

Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilónia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão babilónico. Uma festa de ano novo chamada de festa de “akitu” era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezasera come­morar a primitiva de Marduque sobre o caos.

 

O propósito da era anunciar o novo com um ritual assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano.

 

Outras divindades adoradas pelos babilónicos eram Anu, do céu; Enlil, deus do vento e da terra, Ea, deus do submundo -juntos, formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus-sot de Ur; e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Sairias, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equi­valente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos, Outras divindades significativas foram Nabo, o deus da escrita e Nergal (irmão de Marduque), o deus da guerra e da fome.

 

Os deuses da Babilónia eram, em sua origem, personificações das várias forças da natureza, A religião babilónica era dessa forma, orna adoração à natu­reza em todas as suas partes, prestando homenagem a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por fornias humanas, animais (Bíblia de Estudo Pentecostal.1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 2134697).

 

CONCLUSÃO

Que os líderes saibam como pre­parar aqueles que vão frequentar uma universidade. À semelhança de Daniel e seus companheiros, estes poderão fazer uma grande diferença no mundo académico e na esfera política. O Senhor Jesus precisa de crentes em todas as camadas sociais.

 

PARA REFLETIR

A respeito do Evangelho no mundo académico e político, responda:

* Por que a evangelização académica é prioridade da igreja?

Porque no universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores.

* De que modo os académicos podem testemunhar de Cristo?

Por intermédio de uma vida testemunhal e uma carreira académica excelente.

* Como atuaram Daniel e seus companheiros em Babilónia?

Atuaram de forma excelente, exaltando e glorificando o Deus Todo-Poderoso.

* Fale da intervenção de Daniel na cultura babilónica.

Daniel não se deixou enlaçar pela cultura babilónica nem pelo charme do politicamente correto.

* Qual a obrigação de um político cristão ante as crises?

Orar e anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.

Casa de Oração - Conj. Araucaria - Culto do dia 05 08 2016

R. Maracanã do Brejo, 222, Conj. Araucária, Arapongas, Paraná

Preletor Pastor Márcio Renato Pierin

1 

 

 

 

 

“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Pv 3.9-10)

 

Aconteceu que com a morte do rei Davi, Salomão seu filho, ainda jovem, foi seu sucessor.... Deus perguntou a Salomão o que ele queria, e Salomão pediu a Deus sabedoria e discernimento para governar o povo de Israel. (1 Rs 3.5-12). Salomão tinha palavras de sabedoria para orientar todo o povo naquele tempo, e hoje, temos o livro de Provérbios, escrito por Salomão, onde existe uma palavra de sabedoria para os 31 dias do mês. Podemos consultar o rei Salomão, buscando uma palavra de sabedoria para cada dia do mês.

 

Hoje é culto de Primícias e temos a palavra de sabedoria do rei Salomão que fala sobre os nossos bens e também sobre as primícias da nossa renda para a honra do Senhor. As primícias diz respeito aos primeiros frutos; primeiras produções; primeiros lucros; primeiros sentimentos, primeira parte do tempo. Primícias não tem nada a ver com dízimo. O dízimo é um mandamento, que obedecido traz proteção e move as mãos do Senhor para abrir as janelas dos céus, mas as ofertas e as primícias são honras diretas a Deus. Quando honramos a Deus, quem acaba sendo beneficiado somos nós mesmos. Quando Deus estabeleceu este princípio, Ele queria trabalhar em minha vida e na sua.

As Escrituras nos mostram a importância que Deus dá ao nosso ato de entregarmos a Ele as nossas primícias, cuja definição é: “a primeira parte de algo.”.  Quando entregamos ao Senhor as primícias da nossa renda estamos honrando  e demonstrando o lugar especial que Ele ocupa em nossas vidas. Deus quer ser o Primeiro em nossas vidas. Mas a primícias tem que vir de um coração alegre e não avarento. Ela não pode ser dada com tristeza mas com alegria. Quando consagramos a Deus a primeira parte com amor e alegria, todo o resto se torna santo, a massa se torna santa, a raiz e os ramos se tornam santos e então você prospera, sua despensa transborda, sua mesa fica farta, você tem pra dar e jamais pede emprestado.

Olha só a promessa de Deus para nós:... ; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.  

 

Olhe o que o Senhor está falando para nós através do profeta Malaquias:

 

"O filho honra seu pai, e o servo o seu senhor. Se eu sou pai, onde está a honra que me é devida? Se eu sou senhor, onde está o temor que me devem? Pergunta o Senhor dos Exércitos a vocês, sacerdotes. São vocês que desprezam o meu nome! Mas vocês perguntam: ‘De que maneira temos desprezado o teu nome? ’

Trazendo comida impura ao meu altar! E mesmo assim ainda perguntam: De que maneira te desonramos?

Ao dizerem que a mesa do Senhor é desprezível. Na hora de trazerem animais cegos para sacrificar, vocês não vêem mal algum. Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta, também não vêem mal algum. Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? Será que os atenderá? ", pergunta o Senhor dos Exércitos.

Malaquias 1:6-8

 

Será que temos dado o melhor para Deus; ou temos levado para o Senhor coisas desprezíveis? E isto inclui o nosso louvor e a nossa adoração. Será que o Senhor tem se agradado de nós?

 

"Ah, se um de vocês fechasse as portas do templo. Assim ao menos não acenderiam o fogo do meu altar inutilmente. Não tenho prazer em vocês", diz o Senhor dos Exércitos, "e não aceitarei as suas ofertas.

(Malaquias 1.10)

 

O Senhor fala que é melhor alguém fechar a porta do templo, do que darmos ofertas de primícias sem valor e que não honram a Deus.

 

"Mas vocês o profanam ao dizerem que a mesa do Senhor é imunda e que a sua comida é desprezível. E ainda dizem: ‘Que canseira! ’ e riem dela com desprezo", diz o Senhor dos Exércitos. "Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria eu aceitá-los de suas mãos? ", pergunta o Senhor.

Malaquias 1:12,13

 

A primícias de cereais não pode ser aquele feijão vencido, todo furado, com gorgulho e duro, aquele arroz que já está velho e perto de estragar, aquele fubá com saco furado e que está sujando sua despensa por isso você quer se livrar logo dele. Ei, o estragado se joga fora , não se leva à casa do Senhor para compor a cesta básica do seu próximo. Você come manteiga da boa, mas leva como primícias a margarina mais inferior e mais barata do mercado. Deus separou para você o melhor... dê o melhor. A primícias do agasalho, não é você levar aquela camisa que já cairam todos os botões, ou aquela calça que enguiçou o zíper.. Essa atitude não honra o Senhor. essa atitude é desprezível e não agrada a Deus. Que suas primícias sejam santas.

 

Na carta aos romanos o apóstolo Paulo está nos ensinando que quando santificamos a primeira parte, o melhor ao Senhor,  todo o restante fica santificado.  Se é santa uma parte da massa que é oferecida como as primícias dos frutos, a massa toda igualmente o é; se a raiz é santa, todos os ramos também o serão.  (Rm 11.16 ) 

Quando alguém santificava as primícias (primeiros frutos), santificava também tudo o que depois seria feito com a colheita, incluindo a massa da oferta de cereais e dos pães que eles comeriam depois, se a raiz  for santificada, então os ramos e tudo o que surgir dela também serão santificados. Este era o entendimento que os judeus receberam da Lei de Moisés. Se santificassem ao Senhor as primícias de sua renda, estariam santificando o restante da renda que ficava em suas mãos. Por isso Deus poderia fazer com que se enchessem fartamente os seus celeiros e transbordassem de vinho os seus lagares! Isto não apenas explica o que são as primícias, mas também nos mostra o poder que elas têm de santificar o restante daquilo de onde foram tiradas.

 

O Senhor está observando as nossas atitudes.

 

Então o Anjo do Senhor veio e sentou-se sob a grande árvore de Ofra, que pertencia ao abiezrita Joás. Gideão, filho de Joás, estava malhando o trigo num tanque de prensar uvas, para escondê-lo dos midianitas. Então o anjo do Senhor apareceu a Gideão e lhe disse: "O Senhor está com você, poderoso guerreiro". (Juízes 6:11,12)

 

O Anjo do Senhor estava observando Gideão trabalhar. A atitude de Gideão foi aprovada por Deus: : "O Senhor está com você, poderoso guerreiro".

 

Jesus está observando a igreja e a forma como o povo oferta:

 

 “Estando Jesus a observar, viu os ricos lançarem suas ofertas no gazofilácio. Viu também certa viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas; e disse: Verdadeiramente, vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos. Porque todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; esta, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento.” (Lucas 21.1-4)

 

Vemos aqui, Jesus sentado em frente ao lugar onde eram colocadas as contribuições. O Senhor  observa o nosso interior. Como está o nosso coração quando tiramos algo para Deus? Será que nosso coração se alegra quando temos que tirar o melhor; ou ele fica triste e avarento?  O que o Senhor tem visto em nosso interior? Deus te observa em todos os lugares.

Jesus estava observando aquele povo ofertar e olhe o que Ele viu? Ricos ofertando apenas o que sobrava e uma pobre viúva colocando no gazofilácio, apenas duas  pequeninas moedas de cobre, de pouco valor. Não era o valor em si que importava para Jesus, mas a disposição do coração. Quem possui mais não é melhor do que aquele que tem menos condições, ainda que tenha a capacidade de ofertar mais. Jesus mostrou isso para os discípulos e disse que a oferta daquela viúva foi a maior de todas.

 

Não se prenda a bens materiais. Tudo vem de Deus e tudo pertence a Ele.

 

“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33)

 

Abra o seu coração para Deus e você verá quão grandes coisas o Senhor tem reservado para a sua vida.

 

Deus te abençoe.

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