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O QUE É CAPELANIA EVANGÉLICA? ELA DIFERE DAS DEMAIS? 

CAPELANIA:

                   Capelania é um projeto (departamento) assistencial religioso prestado por um ministro religioso o Capelão (a). A Capelania evangélica é fundamentada na Palavra de Deus: a  Bíblia.

                   CAPELANIA é levar a fé, a esperança e o amor (I Co 13:13), é aperfeiçoar sua fé com as obras (Tg 2:22), é ser ovelha de Jesus (Mt 25:33,36), enfim, é uma prática Bíblica.

                   CAPELANIA é ter a convicção de que fomos chamados para esta maravilhosa obra; no meu entendimento, eu diria que fomos privilegiados por Deus; sendo escolhidos para exercer tão honroso Ministério, podendo levar ao nosso próximo um pouco mais de apoio, carinho, assistência  social, espiritual, intercessões nas orações e, a ministração da poderosa Palavra de Deus. Levando libertação e cura aos enfermos, de acordo com o IDE de Nosso Senhor Jesus Cristo, (MC 16:15-20; MT: 10:1,7,8). Foi o apóstolo Paulo um observador e procurou cumprir também esta abençoada tarefa no seu ministério. (AT 20:35). Vale a pena observar que Jesus Cristo, delegou esta e até mesmo muitas outras obras, ainda maiores à sua igreja, aos verdadeiros Cristãos. Conforme ELE mesmo disse: JO 14:12. Enfim é ter certeza de que a                    CAPELANIA: é levar ao mundo o tão grande amor de DEUS. (JO 3:16)

Como igreja do Senhor Jesus sabe que somos os seus legítimos representantes.

 (AT 1:8.). Porque Jesus é o capelão dos capelães, e ELE nos envia.

                   Como igreja do Senhor, temos o poder dado por ELE para fazer a sua obra. (MT 10:1,5,8).

O QUE É UM CAPELÃO(A) E O SEU PAPEL?

                   Já o Capelão(a) que possui destreza em manifestar o evangelho, tem como função primordial completar o atendimento dispensado à pessoa; o capelão pode incutir nos familiares o senso de tranqüilidade e confiança, preparando psicologicamente, para as adversidades que se prosseguirá. Esses familiares necessitam de amizade, compreensão e amor, eles esperam encontrar tudo isso no capelão que é um ministro religioso.

                   É assegurada legalmente, a assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Com objetivo de dar assistência religiosa, sendo tutelado na Constituição Federal em vigor tal direito se baseia no serviço de Capelania, que poderão exercer dentro do mesmo lugar.LEIS, 6.923-7.210-8.069-ART.5* Inc. VII, da Constituição Brasileira de 1988,

E ainda Lei- 9.982 de 14 de Julho de 2.000-CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA!

Como se vê o Ministério da Capelania é respaldado Jurídicamente e, Tutelado pela nossa Constituição Brasileira de 1988. Por isso é necessário que o visitador seja bem praparado para o exercício da visitação.

É um Ministério Eclesiástico, mas o visitador precisa tambem de uma preparação através de curso  que oportuniza a pessoa se aprimorar no conhecimento deste Ministério da visitação, tornando assim uma benção. 

ENFIM CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA (MT. 25:31-46).

QUALIDADES INDISPENSAVEIS   DOS CAPELÃES:

             a) Ser temente a Deus: b)ser humilde; c)ser obediente a Deus e a sua Palavra; d)ser submisso e obediente ao seu pastor; e)ser fiel a Deus;  e ao seu ministério; f)ser serviçal,;g) ser amigo; h) ser companheiro.Sem estas qualidades com certeza não terá a aprovação de Deus no ministério.

 Como deve ser as ações dentro do Ministério da Capelania nas visitações?

I – Com muita ética simplicidade dedicação na oração, e aplicação da Palavra de Deus.

II – Ser paciente com as pessoas, saber ouvir atentamente, sem questionamento.

III – Ser prudente e não provocar discussões religiosas, nem interferir na religião do próximo.

IV – Ser dedicado à oração e a leitura da palavra de Deus, ser calmo paciente e atencioso.

V-    O Capelão ao levar assistência espiritual as pessoas; deverá proporcionar primeiramente a segurança total ao visitado.

SISTEMA PARA DESENVOLVER CAPELANIA

A fé unicamente poderosa auxilia na travessia dos angustiados nos momentos de opressão e sofrimento. O conforto espiritual, dando ânimo e esperança, independente de crença ou religião, auxiliando na mantença do equilíbrio emocional, tão importante nesses momentos mais delicados da vida de todo homem, como vem sendo comprovado pela ciência, que já encara estas pessoas como um ser totalmente,  numa abordagem holística.

  Com o fito de atender pessoas que necessitem em situações extraordinárias. Não há proposta de conversão, doutrinação ou de cruzada evangelista em benéfice de uma religião. Relatando o amparo fraternal, de converter gradualmente e positivamente, da consolação do sofrimento do semelhante. Tal missão deve sempre ser conduzida de forma racional.

Perante os resultados positivos já obtidos, por que não estender o serviço a todos, oferecendo a um número grande de pessoas o socorro espiritual e fraternal em situações delicadas?

CAPELÃO:

                   Capelão é um ministro religioso, autorizado a prestar assistência religiosa e a realizar cultos religiosos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham também o seu capelão.

                   É assegurada legalmente, a assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Com objetivo de dar assistência religiosa, sendo tutelado na Constituição Federal em vigor tal direito se baseia no serviço de Capelania, que poderão exercer dentro do mesmo lugar.LEIS, 6.923-7.210-8.069-ART.5* Inc. VII, da Constituição Brasileira de 1988,

E ainda Lei- 9.982 de 14 de Julho de 2.000-CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA!

                   A Capelania legalmente constitui-se de  representantes capelães treinados formados para seu trabalho, usando o bom senso: os trajes, ( vestimentas) “jaleco ou circulante” tratamento e formação acadêmica, e principalmente espiritual. Devem serem respeitadas as normas de cada instituição. Mesmo sendo assegurado o direito de entrar e sair a qualquer hora; assim levando o conforto e apresentando  o plano de salvação aos necessitados.

                   É ministério de evangelização e consolo, que visa atendimento aos homens que sofrem, levando o conforto em hora de aflição e transmite ensinos bíblicos de que cada pessoa necessita. (MC. 16:15).  Conclusão: Capelania Evangélica é fundamentada na Bíblia.

   Vários trabalhos e estudos nos últimos anos nos dão notícia da grande benéfice na recuperação de doentes e necessitados a uma assistência espiritual.Com significativo muito especial Psicologicamente.

O Cristão e o Carnaval

CONCEITO: Segundo a enciclopédia Barsa, “Não se sabe ao certo qual a origem da palavra carnaval. Na opinião de Antenor Nascentes, se aplicava originariamente à terça-feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne. Outros etimólogos propõem como origem o baixo latim carnelevamen, modificado mais tarde em carne, vale! que significa \"adeus, carne!\" Carnelevamen pode ser interpretado como carnis levamen, \"prazer da carne\", antes das tristezas e continências que marcam o período da Quaresma”.

Reflexão sobre a Bíblia e o carnaval:

O cristão e o Carnaval:

Sabemos ser o Carnaval uma festa da carne que não é devida a nós que “não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele por ninguém é julgado. Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo” (I Coríntios 2.12-16).
O Senhor nos faz sentir o prazer pela sua palavra (Salmos 1.2) e perder o prazer pelas coisas da carne, saindo da “roda dos escarnecedores” quando o Espírito Santo nos convence do pecado (João 16.8-11). Por isso não adianta combatermos o carnaval com a nossa carne (vontade ou opinião), precisamos aprender a lutar espiritualmente e pedir a Deus que convença nossos familiares, amigos e governantes a abandonar estas práticas.
O que acontece no Carnaval:

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia (sensualidade, pornografia, devassidão) idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias (teimosia, tenacidade), ciúmes, iras, discórdias, dissensões(desarmonia, divisão, desacordo), heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gálatas 5.16-21).
O que acontece no carnaval foi descrito nestes termos, mas todos os anos, através dos mesmos veículos de comunicação que divulgam esta ‘festa’ o saldo é: rombos nos cofres públicos que bancam estas comemorações, assaltos, acidentes de trânsito, assassinatos, lares desfeitos por adultérios, gravidez inconsequente, milhares de jovens experimentam drogas pela primeira vez, o vírus da Aids é comprovadamente proliferado em alta escala nestas datas, etc. E se existissem saldos positivos, seriam mínimos diante de tais fatos.
O pão e o circo

Na antiga Roma os imperadores conduziam as multidões às arenas para assistir espetáculos por vezes sensuais, outras vezes macabros, distribuindo pães que eram jogados ao povo e com isso os conquistavam despedindo-os ainda mais pobres e ignorantes. Essa era uma estratégia para distrair e ocupar o povo, dominando a opinião da massa fazendo-os pensar que tudo está bem.
Hoje essa cena se repete nos carnavais, o povo é iludido pensando que tudo vai bem enquanto se autodestroem! Qualquer cidadão consciente não pode se conformar com tal situação, muito menos um cristão/ã.
A festa de Deus

A Palavra de Deus diz que há uma festa no céu quando um pecador se arrepende (Lucas 15.10). Mas quando o mundo festeja a carne, o que será que acontece no céu? E quando um cristão que recebe o Espírito de Deus se deixa participar ou assistir tal ‘festa’ será que há uma festa no céu? O cristão não pode servir a dois senhores!
“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas! Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro” (Mateus 6.21-24).
A Igreja Evangélica sempre combateu as festas carnavalescas e a todo tempo ensina seus membros a serem: moderados nos divertimentos; modestos no trajar; abstêmios do álcool como bebida; empenhados no combate aos vícios.

Fonte ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

Ação Social no Conjunto Araucária - 23 10 2016

LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

                             9 de Agosto de 2016

Texto Áureo

"A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa f é não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (l Co 2.4,5)

Verdade Prática

Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espirito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo académico e do mundo político.

  

LEITURA DIÁRIA

 


Segunda – Dn 1.1-8: Os hebreus na universidade de Babilónia

Terça – Dn 1.19,20: A excelência académica de Daniel

Quarta – 1Co 1.18: A supremacia da Mensagem da Cruz 

Quinta – 1Tm 2.7: Paulo, doutor dos gentios

Sexta – Cl 4.14: Lucas, um evangelista acadêmico

Sábado – Mt 23.24: Sábios a serviço do Evangelho de Jesus Cristo

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 2.24-28

24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação.

25 Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação.

26 Respondeu o rei, e disse a Daniel ( cujo nome era Beltessazar ): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?

27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei;

28 Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes.

 

HINOS SUGERIDOS 63,149, 600 DA HARPA CRISTÃ

OBJETIVO GERAL

Mostrar que precisamos alcançar com as Boas-Novas o mundo académico e político.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Compreender que Daniel fez a diferença na universidade de Babilónia.

Conscientizar de que Daniel e seus amigos souberam realçar a sobera­nia do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

Explicar a intervenção de Deus na política babilônica.

 

* INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos alcançara todos com as Boas-Novas. O mundo académico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. A Escola Dominical deve preparar os crentes para serem testemunhas do Deus Todo-Poderoso nas universidades e na esfera política. Infelizmente, ao chegarás universidades, muitos acabam sendo envolvidos por filosofas malignas, apostatando da f é cristã. Precisamos seguir o exemplo de Daniel e seus amigos. Eles tiveram uma vida pública, política e académica de sucesso, exaltando e glorificando o nome do Senhor. Estes não se deixaram contaminar pela cultura babilónica, mas foram "sal" e "luz" em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado.

 

INTRODUÇÃO

A evangelização nas universidades também deve ser uma prioridade máxima da igreja, pois do universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e le­gisladores. Cabe-nos, pois, preparar adequadamente nos­sos irmãos em Cristo, a fim de que, nocampus, atuem como reais testemunhas de Jesus Cristo. Somente desta maneira viremos a ter um país mais justo e comprometido com a Ética Cristã.

 

Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilónia, destacaram-se como académicos, servidores públicos e políticos. Eles mostraram, em atos e palavras, a supremacia do Deus de Israel.

A vida desses hebreus serve de exem­plo aos académicos e políticos cristãos, que lutam por levar o Evangelho às mais altas esferas do conhecimento e do poder.

l – DANIEL NA UNIVERSIDADE BABILÔNICA

Em Babilónia, Daniel e seus três companheiros foram reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4).

Eles, porém, jamais renunciaram o seu temor a Deus, que é o princípio de toda a sabedoria (Pv 1.7).

 

  1. Uma vida testemunhal.

Antes mesmo de serem matriculados na universidade babilónica, eles resolveram firmemen­te, em seu coração, não se contaminar com a cultura caldaica (Dn 1.8). O seu ob­jetivo não era destruí-la, mas transformá-la através de uma postura santa e testemunhal. Mais adiante, eles vieram a influenciar até mesmo a classe política do império.

 

Os crentes devem ser orientados para que testemunhem de Cristo também no campus universitário. Em primeiro lugar, o universitário crente evangeliza através de um testemunho santo e ir­repreensível que, por si mesmo, é uma mensagem. E, também, por meio de uma abordagem sábia e oportuna, que mostre a razão de nossa esperança (l Pé 3.15). Nenhum universitário cristão deve sacrificar o Evangelho no altar da pós-modernidade. Antes, que seja opor­tuno na proclamação de Cristo.

 

  1. Uma carreira académica teste­munhal.

Incentivemos nossos irmãos (as) a que sobressaiam pela excelência aca­démica. Se apresentarem rendimentos medíocres, como poderão demonstrar que o amor a Cristo conduz à verdadeira sabedoria? Vejamos o exemplo de Daniel e seus companheiros. Eles formaram-se com louvor máximo: "E em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20).

A mediocridade académica depõe contra o Evangelho. O crente que ama a Cristo adora-o também com as suas notas, graduações, mestrados e doutorados.

 

  1. Uma carreira testemunhal.

Daniel e seus três companheiros foram inseridos, imediatamente, na elite cultural e científica de Babilónia. E, nessa posição, Daniel ficaria por mais de 70 anos (Dn 1.21). Jesus precisa de testemunhas em todas as áreas do saber humano. Ele também morreu pelos cientistas, médicos, advogados, sociólogos e educadores. Se preparar­mos devidamente os crentes, levaremos Cristo à elite cultural de nossa nação e do mundo. Por conseguinte, treinemos os crentes para que formem, no compus, grupos de oração, estudo bíblico e evangelismo. Desses núcleos, Deus haverá de suscitar testemunhas irresistíveis de sua Palavra. O Evangelho de Cristo não pode ausentar-se das áreas cultas.

 

PONTO CENTRAL

A Igreja do Senhor precisa fazer a diferença no mun­do académico e político.

 

SÍNTESE DO TÓPICO l

Daniel e seus amigos foram educa­dos na universidade babilónica, mas não se corromperam.

 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Arqueólogos revelam que os quatro jovens devem ter estudado por exemplo: língua caldeia, textos cuneiformes em caldeu e acádio, uma vasta gama de re­sumos sobre religião, magia, astrologia e ciências, além de falarem e escreverem em aramaico.

 

Aproveite para mostrar aos alunos que quando o nosso compromisso com Deus é forte, isso não significa ne­cessariamente que seremos corrompidos por uma educação pagã, numa sociedade pagã" (RICHARDS, Lawrence O. Cuia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capítulo por capítulo, 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p, 513).

 

II-DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA

Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um governante que desconhecia por completo a so­berania divina. Entretanto, souberam como, num momento crítico, realçar a soberania do Único e Verdadeiro Deus.

 

  1. A crise escatológica.

O rei Na­bucodonosor estava preocupado com o futuro de seu império, quando Deus lhe mostrou, em sonho, o estabelecimento do Reino do Céu na Terra. Como nenhum de seus magos ou astrólogos fora capaz de interpretar-lhe o sonho, decretou a morte da elite intelectual de Babilónia (Dn 2.5). A academia babilónica era inútil naquele momento.

 

Crises semelhantes desafiam os académicos cristãos nas diversas áre­as do conhecimento. Por essa razão, precisam estar alicerçados na Palavra de Deus, a fim de mostrar o Evangelho de Cristo como a única solução a todos os problemas humanos.

 

  1. A resposta teológico-evangélica.

Naquele momento de crise, e diante da própria morte, Daniel apresenta corajosamente a resposta divina: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias [...]" (Dn 2.28). E, assim, o profeta fez saber a Nabucodonosor o programa divino para os últimos dias.

 

Somente o Evangelho de Cristo pode responder às questões que tanto angustiam a humanidade. Aproveite, pois, a crise atual, para proclamar a todos, inclusive aos sábios e poderosos, que somente Cristo pode resgatar a sociedade atual de uma ruína certa e anunciada.

 

CONHEÇA MAIS

Império Babilónico

"Depois da destruição de Nínive, sete anos antes, o Império Babilónico começou a crescer tão rapida­mente que não dispunha de número suficiente de ba­bilónios cultos para a cúpula governamental. Por isso, Nabucodonosor levou para Babilónia jovens saudáveis de boa aparência e de alto nível cultural a fim de ensi­nar-lhes a cultura dos caldeus e, assim, torná-los úteis ao serviço real. Entre eles estavam Daniel e seus três amigos". (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD).

 

SÍNTESE DO TÓPICO II

Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

 

SUBSIDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar com a vida por isso. Note-se que Daniel não tinha agora a presença dos seus pais para orientá-lo nas suas decisões; mas seu amor a Deus e à sua lei achava-se de tal modo arraigados nele desde a infância, que ele somente desejava servir ao Senhor de todo coração.

 

Aqueles que resolvem permanecer fiéis a Deus, enfrentando a tentação, receberão forças para permanecerem firmes por amor ao Senhor. Por outro lado, aqueles que antes não tomam a decisão de permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra, terão dificuldade para re­sistir ao pecado ou evitar conformar-se corn os caminhos do mundo" [Lv 19.29; 21.7,14; Dt 22.2] (Bíblia de Estudo Pen­tecostal Rio de Janeiro: CPAD, p. 1244).

 

III. A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABIÔNICA

 

Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir a pior crise do Império Babilónico. Naquele instante, ele não poderia ser politicamente correto. Por isso, proclamou corajosa­mente a sentença divina sobre o reino de Belsazar.

 

  1. A corrupção de Babilónia.

Em­bora Nabucodonosor tenha reconheci­do o senhorio divino em três ocasiões, seu filho, Belsazar, ao substituí-lo, não demorou a levar o império à ruína. Numa noite de orgia e insultos ao Deus de Israel, ele profanou os utensílios sagrados do Santo Templo na pre­sença de suas mulheres, concubinas e grandes (Dn 5.1-3). Naquela mesma hora, o Senhor escreveu, na parede do palácio, a sentença de morte daquele reino. O mesmo acontece no Brasil.

Deus está a requerer de seu povo uma atitude mais evangélica, santa e decisiva (2 Cr 7.14).

 

  1. Daniel, o incorruptível.

Como nenhum académico babilónico fosse capaz de ler a sentença divina escrita na parede, o nome do velho profeta é evocado. Já na presença do rei e rejeitando todos os dons e agrados que este lhe oferecera, Daniel leu a sentença (Dn 5.25-31). Mais uma vez, ele não se deixou enlaçar pelo charme do politicamente correio. Interpretando a inscrição, repreendeu energicamente o monarca.

 

Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever. Que venhamos, neste momento de crise económica e política que debilita o Brasil, anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. Os governantes, legisladores e juizes também precisam ouvir que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e, em breve, virá nos buscar.

 

SÍNTESE DO TÓPICO III.

Deus é soberano e Senhor. Ele in­terveio no político babilónica.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

A Religião Babilónica

Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilónia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão babilónico. Uma festa de ano novo chamada de festa de “akitu” era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezasera come­morar a primitiva de Marduque sobre o caos.

 

O propósito da era anunciar o novo com um ritual assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano.

 

Outras divindades adoradas pelos babilónicos eram Anu, do céu; Enlil, deus do vento e da terra, Ea, deus do submundo -juntos, formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus-sot de Ur; e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Sairias, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equi­valente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos, Outras divindades significativas foram Nabo, o deus da escrita e Nergal (irmão de Marduque), o deus da guerra e da fome.

 

Os deuses da Babilónia eram, em sua origem, personificações das várias forças da natureza, A religião babilónica era dessa forma, orna adoração à natu­reza em todas as suas partes, prestando homenagem a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por fornias humanas, animais (Bíblia de Estudo Pentecostal.1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 2134697).

 

CONCLUSÃO

Que os líderes saibam como pre­parar aqueles que vão frequentar uma universidade. À semelhança de Daniel e seus companheiros, estes poderão fazer uma grande diferença no mundo académico e na esfera política. O Senhor Jesus precisa de crentes em todas as camadas sociais.

 

PARA REFLETIR

A respeito do Evangelho no mundo académico e político, responda:

* Por que a evangelização académica é prioridade da igreja?

Porque no universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores.

* De que modo os académicos podem testemunhar de Cristo?

Por intermédio de uma vida testemunhal e uma carreira académica excelente.

* Como atuaram Daniel e seus companheiros em Babilónia?

Atuaram de forma excelente, exaltando e glorificando o Deus Todo-Poderoso.

* Fale da intervenção de Daniel na cultura babilónica.

Daniel não se deixou enlaçar pela cultura babilónica nem pelo charme do politicamente correto.

* Qual a obrigação de um político cristão ante as crises?

Orar e anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.

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