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    Lição 4 - 2º Trim.2016 LIÇÃO 4 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    LIÇÃO 4 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    TEXTO ÁUREO:

    "Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores." (Rm5.8)

     

    VERDADE PRÁTICA:

    A justificação pela fé em Cristo nos libertou de Adão, símbolo do velho homem, para nos colocar em Cristo, onde fomos feitos uma nova criação.

     

    LEITURA DIÁRIA

    Segunda – 1Co 15.21 - O pecado entrou no mundo mediante a Queda de um único homem     

    Terça – 1Co 15.22 - Todos morreram em Adão e só podem ser vivificados em Jesus

    Quarta – 1Co 5.13 - O pecado só pode ser imputado havendo a lei

    Quinta – Rm 5.15 - A suprema eficiência da redenção em Jesus Cristo

    Sexta – Rm 5.17 - O pecado trouxe morte, mas Cristo trouxe a graça divina

    Sábado – Rm 5.21 - A graça e a justiça reinam por intermédio de Cristo

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Romanos 5.1-12

    1 TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;

    2 Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

    3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,

    4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.

    5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

    6 Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

    7 Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.

    8 Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

    9 Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

    10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

    11 E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

    12 Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

     

    HINOS SUGERIDOS:          90, 310, 400da Harpa Cristã

     

    OBJETIVO GERAL

    Esclarecer que a justificação pela fé em Cristo nos libertou da lei do pecado e nos fez novas criaturas.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Apresentar as bênçãos decorrentes da justificação;

    Mostrar as bênçãos do amor trinitário;

    Explicar as bênçãos decorrentes na nova criação.

     

    • INTERAGINDO COM O PROFESSOR

    Professor, você já parou para refletir a respeito das bênçãos decorrentes da justificação pela fé? Pare e pense no que Cristo fez por você. Louve ao Salvador. Adore-o pela sua graça e redenção.

    O Filho de Deus assumiu o castigo que era nosso. Ele tomou sobre si a nossa condenação. Na cruz Cristo cumpriu a nossa pena nos justificando perante o Pai e fazendo de nós novas criaturas. Ele nos libertou da lei do pecado. Uma vez livres e justificados pela fé temos paz com Deus (Rm 5.1) e acesso à graça (Rm 5.2). Como pecadores jamais poderíamos pagar a nossa dívida para com o Pai. Quando pela fé recebemos o perdão de Deus, a culpa que perturbava as nossas consciências foi substituída pela graça e misericórdia divina.

    INTRODUÇÃO

    Nos quatro primeiros capítulos da Epístola aos Romanos, Paulo já havia escrito a respeito das origens e das bases da nossa justificação. Faltava agora falar dos resultados dessa justificação. Que benefícios ela nos trouxe? Quais seriam as bênçãos a ela associada? Paz, alegria, esperança são algumas dessas bênçãos associadas à justificação. Todavia, Paulo vai além, ele mostra que tudo isso só foi possível porque Deus nos fez participante de uma bênção maior — sermos parte da nova criação. Esse fato será mostrado através do contraste feito entre Adão, símbolo da velha criação e Cristo, o segundo Adão, cabeça de uma nova criação.

     

    PONTO CENTRAL

    A justificação pela fé nos concede muitos benefícios.

     

    I-A BÊNÇÃO DA GRAÇA JUSTIFICADORA (Rm 5.1-5)

     

    1. A bênção da paz com Deus.

    No capítulo cinco de Romanos, Paulo mostra os benefícios da justificação pela fé logo no primeiro versículo: "Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com uso que Paulo faz da palavra paz aqui é diferente daquele usado no mundo antigo. No geral, o termo significava ausência de guerra. Porém, Paulo se refere ao vocábulo paz conforme ele aparece no Antigo Testamento e cujo significando era a salvação dos piedosos, prosperidade e bem-estar. Embora os manuscritos mais aceitos do original grego tragam a palavra tenhamos em vez de temos, os teólogos concordam que o argumento de Paulo aqui é a paz como efeito imediato dessa justificação. Assim sendo essa paz deve ser desfrutada aqui e agora. Robertson, erudito em grego bíblico, traduz essa expressão como gozemos de paz com Deus. Portanto, uma paráfrase das palavras de Paulo ficaria da seguinte forma: "Já que fomos justificados por meio da fé, desfrutemos, pois, dessa paz com Deus". Deus tem paz para todos os que foram justificados em Cristo Jesus e deseja que desfrutemos dela.

     

    1. A bênção de esperar em Deus.

    Antes de falar da bênção de esperar em Deus, Paulo fala como se deu esse acesso:

    fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (Rm 5.2). A fé no Cordeiro de Deus nos abriu a porta da graça. Observe o comentário que William Barclay faz a respeito desse texto: "O próprio Jesus nos introduz na presença de Deus; nos abre a porta de acesso à presença do Rei dos reis. E quando se abre essa porta o que encontramos é a graça; não condenação, nem juízo, nem vergonha; senão o intocado e imerecido amor de Deus". A porta se abriu para a esperança. No contexto de Romanos, esperança significa enfrentar o tempo presente, com todos os seus desafios, porque se tem certeza quanto ao futuro. O futuro não é algo mais desconhecido, porque a fé em Jesus nos tornou participantes do seu reino.

     

    3- A bênção de sofrer por Jesus.

    Na lista dos benefícios ou bênçãos vindos da cruz encontramos uma que, no contexto atual, escandaliza muita gente. Paulo tem no sofrimento uma motivação para se gloriar! "E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência; e a experiência, a esperança" (Rm 5.3,4).

     

    A palavra grega thlipsis, traduzida em português como tribulação, significa pressões, dificuldades e sofrimentos. Que tipo de fé era essa que se alegrava

    no sofrimento? Era a fé pura, sem os resquícios da Teologia da Prosperidade, sem os paliativos espirituais criados para entreter os cristãos modernos.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO l

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção da paz com Deus.

     

    SUBSÍDIO DIDÁTICO

    Inicie o tópico fazendo a seguinte indagação: Quais são as bênçãos de correntes da justificação?" Incentive a participação de todos e ouça os alunos com atenção. Em seguida copie no quadro o esquema abaixo. Utilize-o para mostrar aos alunos algumas das bênçãos decorrentes da justificação. Leia e discuta as referências bíblicas com os alunos.

     

             OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    1. Paz com Deus (5.1).       
    2. Acesso à graça, pela fé (5.2). 
    3. Esperança da glória de Deus (5.2), 

    4 Alegria nas tribulações (5.3-5).

    1. O amor divino derramado em nós (5.5b).
    2. O amor de Deus demonstrado a nós através da morte de seu Filho   (5.6-11).

     

     

    II-AS BÊNÇÃOS DO AMOR TRINITÁRIO (Rrn 5.5-11)

     

    1. O amor que o Pai outorga.

    A visão que Paulo possui a respeito do Senhor é muito diferente da do judaísmo dos seus dias. O Deus que Paulo está revelando em suas epístolas é amor. Por isso, muito diferente daquele que os judeus conheciam.  

    A expressão amor de Deus, que aparece em Romanos 5.5, no original está no caso genitivo, indicando origem ou posse. Deus é a origem e a fonte do amor. Embora o antigo Israel houvesse quebrado a aliança, sendo digno de punição, Deus em seu amor infinito o procura para uma reconciliação. Esse é o amor que perdoa.

    O Deus da teologia paulina ama suas criaturas e como prova maior desse amor enviou seu Filho para morrer por elas (Jo 3.16). A justificação pela fé nos dá uma nova percepção da pessoa de Deus e seus atributos, e essa percepção mostra que Ele é amor.

     

    1. O amor que o Espírito distribui.

    Deus é a fonte do amor e o Espírito Santo é quem o instrumentaliza na vida do crente. Paulo diz que o amor de Deus está "[...] derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5.5b).

     

    O apóstolo tem em mente a profecia de Joel 2.28 e o evento de Pentecostes em Atos dos Apóstolos 2.4, onde há a infusão do Espírito Santo sobre os crentes. Há alguns fatos interessantes com o tempo verbal grego (tempo perfeito) da palavra ekchéo, traduzida aqui como derramar. Esse verbo enfatiza uma ação passada, mas que continua com os efeitos no presente. É como se ele dissesse, "o amor de Deus foi derramado em nossos corações no passado quando cremos no Senhor, mas seus efeitos continuam vivos no presente". Temos, pois, razão para amarmos porque o Espírito Santo faz-nos viver esse amor.

     

    1. O amor que o Filho realiza.

    O amor é originário do Pai, operacionalizado pelo Espírito e realizado pelo Filho. Cristo é a manifestação suprema do amor de Deus (Rm 5.6-8). Se quisermos conhecer o amor de Deus, basta olharmos para Cristo, o bendito Filho de Deus.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO II

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção do amor trinitário.

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

    O amor divino derramado em nós (5.5b)

    Temos a força que energiza a nossa esperança que é "o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo', Esse amor só é derramado sobre um coração justificado, O interessante desse versículo é o destaque ao amor que Deus tem por nós, e não o amor que ternos para com Ele. Descobrimos também neste versículo a participação das três Pessoas da Trindade na nossa justifica cão. Clifton J, Allen, em seu Comentário aos Romanos, escreve sobre isto: "As três Pessoas da Trindade têm sua parte na nossa salvação. Deus nos justifica por causa da nossa fé. Sua justiça se torna possível por causa da redenção dada por Cristo, O Espírito Santo nos torna cônscios da nossa necessidade, faz com que exerçamos a fé, e faz transbordar os nossos corações com o amor de Deus. O amor de Deus satisfaz a terna afeição do coração ou corresponde ao desejo do coração1. Portanto, recebemos o amor de Deus em nossos corações e somos transbordados de alegria, graça, poder e vida nova" (CABRAL, Elienai. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5.ed» Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.64,65).

     

    VOCÊ SABIA?

    Dois Adãos (Rm 5.11-21)

    Os teólogos se encantam com essas passagens e discutem exatamente sobre como a morte foi transmitida a todos os homens através do pecado de Adão. Essa questão para Paulo é de ordem prática. A nossa herança racial de Adão é de pecado, morte, alienação. Agora, no entanto, pertencemos a Cristo, o fundador de uma nova raça. Nossa herança nele é de justiça e vida."

     

    Ill- AS BÊNÇÃOS DA NOVA RIAÇÃO (Rm 5.12-21)

     

    1. O homem em Adão.

    Os efeitos e as bênçãos da justificação são agora ilustrados por Paulo com as figuras de Adão e Cristo. Primeiramente Paulo fala do "homem em Adão", em Romanos 5.12-14. Existem várias interpretações a respeito deste texto bíblico, mas a ideia mais aceita pelos intérpretes é que Adão, como cabeça da raça humana, representava toda a humanidade. Nesse aspecto, todos pecaram, pois, todos descenderam de Adão. Para Paulo, o "homem em Adão", símbolo da velha criação, está condenado; em desobediência; dominado pelo pecado e vencido pela morte. O homem em Adão é, portanto, um projeto falido. Não há nenhuma esperança para ele.

     

    1. O homem em Cristo.

    O contraste entre Adão e Cristo é feito com cores vivas pelo apóstolo em Romanos 5.15-17. O "homem em Cristo", símbolo da nova criação de Deus, é justificado, obediente, dominado pela graça e dominado pela vida com Deus.

    O primeiro Adão é alma vivente, o segundo Adão é Espírito vivificante; o primeiro Adão é da terra, o segundo Adão é do céu; o primeiro Adão é pecador, o segundo Adão é justo; o primeiro Adão é morte, o segundo Adão é vida. É exatamente isso que o apóstolo ensina em outro lugar aos cristãos de Éfeso. Em Cristo, somos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais; escolhidos nEle antes da fundação do mundo para sermos santos; fomos feitos filhos de Deus; temos a redenção dos nossos pecados pelo seu sangue e fomos selados com o Espírito Santo (Ef 1.1-13).

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

    Reproduza o quadro da página seguinte. Leia com os alunos Romanos 5.15-21 e em seguida, utilizando o quadro faça um contraste entre Adão e Cristo.

     

    ADÃO

    1. Peia ofensa de um só, morreram muitos (v. 15).
    2. Unia só ofensa e todos foram condenados (v. 16),
    3. Pela ofensa de um, reinou a morte sobre todos (v. 17).
    4. Por uma só ofensa veio o juízo todos (v. 18).
    5. Pela desobediência de um homem, todos se fizeram pecadores (v. 19).
    6. Pela ofensa de um só, abundou o pecado (v. 20).
    7. O pecado reinou peia morte (v. 21).

     

    CRISTO

    1. Peto dom da graça de UM só homem, a graça foi abundante sobre muitos (v. 15).
    2. A graça de um só homem transcorre de muitas ofensas (v. 16),
    3. Peia justiça de um só reinou a vida (v. 17).
    4. Por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos (v. 18),
    5. Pela obediência de um homem, muitos se tornaram justos (v. 19).
    6. Pela justiça de um só, superabundou a graça (v. 20).
    7. A graça reinou pela justiça (v. 21).

     

    SÍNTESE DO TÓPICO III

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção do novo nascimento.

     

    CONCLUSÃO

    O capitulo cinco de Romanos mostra de que forma Deus amou os homens. Ele os encontra pecadores, ímpios, e indiferentes ao seu propósito. Mas, mesmo assim os ama. Numa demonstração inimaginável de amor, Ele os justifica pela fé na pessoa bendita de Jesus Cristo e os abençoa com todas as bênçãos espirituais. No capítulo 5 de Romanos o amor de Deus parece romper todos os limites. Não é pelo que fazemos, mas pelo que Cristo fez por nós! Como disse certo autor: "Não há nada que eu possa fazer para Deus me amar mais e não há nada que eu possa fazer para Ele me amar menos".

     

    PARA REFLETIR

    A respeito da Carta aos Romanos, responda:

    • Qual era o significado da palavra paz no Antigo Testamento?

    O uso que Paulo faz da palavra paz é diferente daquele usado no mundo antigo. No geral, o termo significava ausência de guerra. Porém, Paulo se refere ao vocábulo paz conforme ele aparece no Antigo Testamento e cujo significado era a salvação dos piedosos, prosperidade e bem-estar.

    • Qual o primeiro benefício da justificação?

    A paz com Deus.

    • Qual o significado da palavra esperança no contexto de romanos?

    No contexto de Romanos, esperança significa enfrentar o tempo presente, com todos os seus desafios, porque se tem certeza quanto ao futuro.

    • Quem é a origem, fonte do amor?

    Deus é a origem e a fonte do amor.

    • Faça um contraste entre Adão e Cristo.

    O primeiro Adão é alma vivente, o segundo Adão é Espírito vivificante; o primeiro Adão é da terra, o segundo Adão é do céu; o primeiro Adão é pecador, o segundo Adão é justo; o primeiro Adão é morte, o segundo Adão é vida.

     

  • LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

    LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

    LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

                                 9 de Agosto de 2016

    Texto Áureo

    "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa f é não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (l Co 2.4,5)

    Verdade Prática

    Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espirito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo académico e do mundo político.

      

    LEITURA DIÁRIA

     


    Segunda – Dn 1.1-8: Os hebreus na universidade de Babilónia

    Terça – Dn 1.19,20: A excelência académica de Daniel

    Quarta – 1Co 1.18: A supremacia da Mensagem da Cruz 

    Quinta – 1Tm 2.7: Paulo, doutor dos gentios

    Sexta – Cl 4.14: Lucas, um evangelista acadêmico

    Sábado – Mt 23.24: Sábios a serviço do Evangelho de Jesus Cristo

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Daniel 2.24-28

    24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação.

    25 Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação.

    26 Respondeu o rei, e disse a Daniel ( cujo nome era Beltessazar ): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?

    27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei;

    28 Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes.

     

    HINOS SUGERIDOS 63,149, 600 DA HARPA CRISTÃ

    OBJETIVO GERAL

    Mostrar que precisamos alcançar com as Boas-Novas o mundo académico e político.

     

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Compreender que Daniel fez a diferença na universidade de Babilónia.

    Conscientizar de que Daniel e seus amigos souberam realçar a sobera­nia do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

    Explicar a intervenção de Deus na política babilônica.

     

    * INTERAGINDO COM O PROFESSOR

    Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos alcançara todos com as Boas-Novas. O mundo académico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. A Escola Dominical deve preparar os crentes para serem testemunhas do Deus Todo-Poderoso nas universidades e na esfera política. Infelizmente, ao chegarás universidades, muitos acabam sendo envolvidos por filosofas malignas, apostatando da f é cristã. Precisamos seguir o exemplo de Daniel e seus amigos. Eles tiveram uma vida pública, política e académica de sucesso, exaltando e glorificando o nome do Senhor. Estes não se deixaram contaminar pela cultura babilónica, mas foram "sal" e "luz" em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado.

     

    INTRODUÇÃO

    A evangelização nas universidades também deve ser uma prioridade máxima da igreja, pois do universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e le­gisladores. Cabe-nos, pois, preparar adequadamente nos­sos irmãos em Cristo, a fim de que, nocampus, atuem como reais testemunhas de Jesus Cristo. Somente desta maneira viremos a ter um país mais justo e comprometido com a Ética Cristã.

     

    Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilónia, destacaram-se como académicos, servidores públicos e políticos. Eles mostraram, em atos e palavras, a supremacia do Deus de Israel.

    A vida desses hebreus serve de exem­plo aos académicos e políticos cristãos, que lutam por levar o Evangelho às mais altas esferas do conhecimento e do poder.

    l – DANIEL NA UNIVERSIDADE BABILÔNICA

    Em Babilónia, Daniel e seus três companheiros foram reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4).

    Eles, porém, jamais renunciaram o seu temor a Deus, que é o princípio de toda a sabedoria (Pv 1.7).

     

    1. Uma vida testemunhal.

    Antes mesmo de serem matriculados na universidade babilónica, eles resolveram firmemen­te, em seu coração, não se contaminar com a cultura caldaica (Dn 1.8). O seu ob­jetivo não era destruí-la, mas transformá-la através de uma postura santa e testemunhal. Mais adiante, eles vieram a influenciar até mesmo a classe política do império.

     

    Os crentes devem ser orientados para que testemunhem de Cristo também no campus universitário. Em primeiro lugar, o universitário crente evangeliza através de um testemunho santo e ir­repreensível que, por si mesmo, é uma mensagem. E, também, por meio de uma abordagem sábia e oportuna, que mostre a razão de nossa esperança (l Pé 3.15). Nenhum universitário cristão deve sacrificar o Evangelho no altar da pós-modernidade. Antes, que seja opor­tuno na proclamação de Cristo.

     

    1. Uma carreira académica teste­munhal.

    Incentivemos nossos irmãos (as) a que sobressaiam pela excelência aca­démica. Se apresentarem rendimentos medíocres, como poderão demonstrar que o amor a Cristo conduz à verdadeira sabedoria? Vejamos o exemplo de Daniel e seus companheiros. Eles formaram-se com louvor máximo: "E em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20).

    A mediocridade académica depõe contra o Evangelho. O crente que ama a Cristo adora-o também com as suas notas, graduações, mestrados e doutorados.

     

    1. Uma carreira testemunhal.

    Daniel e seus três companheiros foram inseridos, imediatamente, na elite cultural e científica de Babilónia. E, nessa posição, Daniel ficaria por mais de 70 anos (Dn 1.21). Jesus precisa de testemunhas em todas as áreas do saber humano. Ele também morreu pelos cientistas, médicos, advogados, sociólogos e educadores. Se preparar­mos devidamente os crentes, levaremos Cristo à elite cultural de nossa nação e do mundo. Por conseguinte, treinemos os crentes para que formem, no compus, grupos de oração, estudo bíblico e evangelismo. Desses núcleos, Deus haverá de suscitar testemunhas irresistíveis de sua Palavra. O Evangelho de Cristo não pode ausentar-se das áreas cultas.

     

    PONTO CENTRAL

    A Igreja do Senhor precisa fazer a diferença no mun­do académico e político.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO l

    Daniel e seus amigos foram educa­dos na universidade babilónica, mas não se corromperam.

     

    SUBSÍDIO TEOLÓGICO

    Arqueólogos revelam que os quatro jovens devem ter estudado por exemplo: língua caldeia, textos cuneiformes em caldeu e acádio, uma vasta gama de re­sumos sobre religião, magia, astrologia e ciências, além de falarem e escreverem em aramaico.

     

    Aproveite para mostrar aos alunos que quando o nosso compromisso com Deus é forte, isso não significa ne­cessariamente que seremos corrompidos por uma educação pagã, numa sociedade pagã" (RICHARDS, Lawrence O. Cuia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capítulo por capítulo, 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p, 513).

     

    II-DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA

    Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um governante que desconhecia por completo a so­berania divina. Entretanto, souberam como, num momento crítico, realçar a soberania do Único e Verdadeiro Deus.

     

    1. A crise escatológica.

    O rei Na­bucodonosor estava preocupado com o futuro de seu império, quando Deus lhe mostrou, em sonho, o estabelecimento do Reino do Céu na Terra. Como nenhum de seus magos ou astrólogos fora capaz de interpretar-lhe o sonho, decretou a morte da elite intelectual de Babilónia (Dn 2.5). A academia babilónica era inútil naquele momento.

     

    Crises semelhantes desafiam os académicos cristãos nas diversas áre­as do conhecimento. Por essa razão, precisam estar alicerçados na Palavra de Deus, a fim de mostrar o Evangelho de Cristo como a única solução a todos os problemas humanos.

     

    1. A resposta teológico-evangélica.

    Naquele momento de crise, e diante da própria morte, Daniel apresenta corajosamente a resposta divina: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias [...]" (Dn 2.28). E, assim, o profeta fez saber a Nabucodonosor o programa divino para os últimos dias.

     

    Somente o Evangelho de Cristo pode responder às questões que tanto angustiam a humanidade. Aproveite, pois, a crise atual, para proclamar a todos, inclusive aos sábios e poderosos, que somente Cristo pode resgatar a sociedade atual de uma ruína certa e anunciada.

     

    CONHEÇA MAIS

    Império Babilónico

    "Depois da destruição de Nínive, sete anos antes, o Império Babilónico começou a crescer tão rapida­mente que não dispunha de número suficiente de ba­bilónios cultos para a cúpula governamental. Por isso, Nabucodonosor levou para Babilónia jovens saudáveis de boa aparência e de alto nível cultural a fim de ensi­nar-lhes a cultura dos caldeus e, assim, torná-los úteis ao serviço real. Entre eles estavam Daniel e seus três amigos". (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD).

     

    SÍNTESE DO TÓPICO II

    Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

     

    SUBSIDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

    Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar com a vida por isso. Note-se que Daniel não tinha agora a presença dos seus pais para orientá-lo nas suas decisões; mas seu amor a Deus e à sua lei achava-se de tal modo arraigados nele desde a infância, que ele somente desejava servir ao Senhor de todo coração.

     

    Aqueles que resolvem permanecer fiéis a Deus, enfrentando a tentação, receberão forças para permanecerem firmes por amor ao Senhor. Por outro lado, aqueles que antes não tomam a decisão de permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra, terão dificuldade para re­sistir ao pecado ou evitar conformar-se corn os caminhos do mundo" [Lv 19.29; 21.7,14; Dt 22.2] (Bíblia de Estudo Pen­tecostal Rio de Janeiro: CPAD, p. 1244).

     

    III. A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABIÔNICA

     

    Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir a pior crise do Império Babilónico. Naquele instante, ele não poderia ser politicamente correto. Por isso, proclamou corajosa­mente a sentença divina sobre o reino de Belsazar.

     

    1. A corrupção de Babilónia.

    Em­bora Nabucodonosor tenha reconheci­do o senhorio divino em três ocasiões, seu filho, Belsazar, ao substituí-lo, não demorou a levar o império à ruína. Numa noite de orgia e insultos ao Deus de Israel, ele profanou os utensílios sagrados do Santo Templo na pre­sença de suas mulheres, concubinas e grandes (Dn 5.1-3). Naquela mesma hora, o Senhor escreveu, na parede do palácio, a sentença de morte daquele reino. O mesmo acontece no Brasil.

    Deus está a requerer de seu povo uma atitude mais evangélica, santa e decisiva (2 Cr 7.14).

     

    1. Daniel, o incorruptível.

    Como nenhum académico babilónico fosse capaz de ler a sentença divina escrita na parede, o nome do velho profeta é evocado. Já na presença do rei e rejeitando todos os dons e agrados que este lhe oferecera, Daniel leu a sentença (Dn 5.25-31). Mais uma vez, ele não se deixou enlaçar pelo charme do politicamente correio. Interpretando a inscrição, repreendeu energicamente o monarca.

     

    Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever. Que venhamos, neste momento de crise económica e política que debilita o Brasil, anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. Os governantes, legisladores e juizes também precisam ouvir que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e, em breve, virá nos buscar.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO III.

    Deus é soberano e Senhor. Ele in­terveio no político babilónica.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

    A Religião Babilónica

    Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilónia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão babilónico. Uma festa de ano novo chamada de festa de “akitu” era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezasera come­morar a primitiva de Marduque sobre o caos.

     

    O propósito da era anunciar o novo com um ritual assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano.

     

    Outras divindades adoradas pelos babilónicos eram Anu, do céu; Enlil, deus do vento e da terra, Ea, deus do submundo -juntos, formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus-sot de Ur; e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Sairias, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equi­valente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos, Outras divindades significativas foram Nabo, o deus da escrita e Nergal (irmão de Marduque), o deus da guerra e da fome.

     

    Os deuses da Babilónia eram, em sua origem, personificações das várias forças da natureza, A religião babilónica era dessa forma, orna adoração à natu­reza em todas as suas partes, prestando homenagem a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por fornias humanas, animais (Bíblia de Estudo Pentecostal.1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 2134697).

     

    CONCLUSÃO

    Que os líderes saibam como pre­parar aqueles que vão frequentar uma universidade. À semelhança de Daniel e seus companheiros, estes poderão fazer uma grande diferença no mundo académico e na esfera política. O Senhor Jesus precisa de crentes em todas as camadas sociais.

     

    PARA REFLETIR

    A respeito do Evangelho no mundo académico e político, responda:

    * Por que a evangelização académica é prioridade da igreja?

    Porque no universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores.

    * De que modo os académicos podem testemunhar de Cristo?

    Por intermédio de uma vida testemunhal e uma carreira académica excelente.

    * Como atuaram Daniel e seus companheiros em Babilónia?

    Atuaram de forma excelente, exaltando e glorificando o Deus Todo-Poderoso.

    * Fale da intervenção de Daniel na cultura babilónica.

    Daniel não se deixou enlaçar pela cultura babilónica nem pelo charme do politicamente correto.

    * Qual a obrigação de um político cristão ante as crises?

    Orar e anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.

  • A Grande Comissão – Evangelismo e Missões

    A Grande Comissão – Evangelismo e Missões

    O propósito de Deus e a Grande Comissão

    O que é a Grande Comissão? Na Bíblia vemos o plano de Deus para salvar o homem libertando-o do poder do pecado e capacitando-o para alcançar outros para viverem no centro de sua vontade. (Is 6.5-8) Os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) relatam sobre o cumprimento da promessa da vinda de Jesus para salvar o mundo. Ele veio e ensinou tudo acerca da vontade de Deus. (Mt 7.21) Finalmente ele morreu em uma cruz pagando a pena pelos pecados da humanidade. Após a realização deste sacrifícioele deixou um encargo muito importante para seus discípulos. Em João João 20.21, após sua ressurreição, Jesus se expressou assim: “Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” Você já parou um pouco para pensar nisto? A grande questão agora é esta: Será que o mundo já tomou conhecimento da redenção que há somente na pessoa de Cristo? E por que isto ainda não aconteceu? O que podemos fazer neste sentido? Esta é a nossa grande comissão.

    Sabemos que o mundo está cheio de religiões, mas praticar uma religião, embora com bons ensinos morais, não significa que estão salvos. Devemos ter sempre em mente que, em relação à salvação Jesus único e exclusivo. Ele mesmo se expressou assim: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14.6)

    Seguramente muitos religiosos não conhecem verdadeiramente a Jesus, não desafrutam de um relacionamento com Ele. Muitos se encontram aprisionados pelo poder do pecado. Este é o motivo pelo qual precisamos urgentemente compartilhar a boa notícia libertadora do Evagelho de Cristo. Como testemunhas do poder transformador de sua Palavra podemos atuar como cooperadores de Deus nesta nobre tarefa. Veja sobre isto o que está escrito em Isaias 43.10,11 e Salmos 96.2,3, respectivamente:

    “Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.”

    “Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome; anunciai a sua salvação de dia em dia. Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos as suas maravilhas.”

    Igualmente no Novo testamento vemos a ordem expressa de Cristo para anunciarmos a Boa Nova de salvação não somente onde estamos, mas até aos confins da terra. Esta missão foi comissionada a todos os salvos sem excessão, então precisamos estar envolvidos de alguma maneira nesta tarefa ainda inacabada. Vejamos alguns textos referente à Grande Comissão:

    “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.18-20)

    E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. ” (Marcos 16.15-16)

    “E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. E destas coisas sois vós testemunhas.” (Lucas 24.46-48)

    “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (Atos 1.8)

    Quando Cristo nos ordenou “ide ir por todo o mundo,” o termo usado por Ele foi “ethnos”, que em grego significa “grupos de povos”, “grupos étnicos” e não nações no sentido usual. Sendo assim há ainda muitos povos não alcançados que precisam conhecer a Cristo. Apocalipse 5.9 é uma referência ao trabalho missionário da igreja no alcance destes grupos. Neste texto lemos sobre tribo, língua, povo e nações os quais estarão diante do Cordeiro. Esses grupos conheceram a Cristo mediante à obediência daqueles que obedeceram ao ide de Cristo pelo mundo. Veja abaixo um pouco mais sobre o nosso desafio missionário:

    • Quase dois terços da população mundial ainda não ouviu a mensagem do Evangelho!
    • Milhares de grupos étnicos nunca foram alcançados com as Boas Novas!
    • Muitas tribos espalhadas no mundo nunca receberam um só missionário!
    • A população do mundo dobrará em menos de 50 anos!
    • 1.700 idiomas, aproximadamente, não possuem um único texto bíblico traduzido!

    É claro que há alguns grupos de povos com algum tipo de testemunho do Evangelho, mas isto não significa que já foram alcançados. Conscientes desta urgente necessidade precisamos nos envolver de forma mais intensiva, orando, contribuindo financeiramente ou mesmo indo.

    Por Onde começar?

    Fazer missões em termos gerais significa praticar a evangelização de forma pessoal ou coletiva. Comece em sua casa, em sua rua, bairro ou cidade. Deus tem um grande projeto em nossa vida para expandir seu reino na terra. Para ajudá-lo nesta nesta tarefa, elaboramos um esboço simples sobre o plano da salvação. Aprenda-o, pratique e ensine a outros. À medida que praticamos ganhamos experiência e mais confiança na ministração da Palavra. Certamente muitos obstáculos surgirão, mas há também uma incomparável recompensa para os que anunciam esta boa notícia. Em 1 Coríntios 15.58 lemos assim: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.”

    Veja um breve esboço do Plano de Deus para a salvação:

    • Mostre o amor de Deus providenciando salvação em Cristo: Jo 3.16; 1 Co 15.3
    • Mostre que todos pecaram: Rm 3.23; Sl 51.5; Ec 7.20
    • Mostre na Bíblia manifestações de pecado: 1 Co 6.9,10; Gl 5.18-21; Ef 5.5,6; Ap 21.8
    • Mostre a condenação que o pecado traz: Rm 6.23
    • Mostre a nossa necessidade de arrependimento: At 3.19; Ez 18.21; Is 55.6,7
    • Mostre que é necessário crer em Jesus como Salvador: Jo 5.24; At 16.31
    • Mostre a necessidade de confessar a Cristo publicamente: Mt 10.32,33; Rm 10.10
       

    O esboço acima é sugestivo. Obviamente há inúmeras formas de se apresentar o Plano de Deus para a Salvação. Entretanto em toda abordagem deve-se enfatizar o grande o amor de Deus pela humanidade, o perigo de se viver naturalmente no pecado bem como a necessidade de arrependimento e cofissão.

    Observações importantes em uma abordagem avangelística:

    Após falar sobre o grande amor de Deus para nos salvar e como o pecado entrou no mundo, não esqueça também de abordar sobre:

    1. A exclusividade da salvação em Cristo – Com muita amabilidade deixe em claro que não existe salvação em outra pessoa. (Leia Isaias 43.11; Atos 4.12)

    2. A insuficiência das boas obras – Esclareça também que não podemos ser salvos por obras. (Ef 2.8,9; Tt 3.5) Se assim fosse, por que então Deus enviaria Jesus para morrer em sacrifício por nós? Pensar dessa forma é, em outras palavras, desprezar o sacrifício de Jesus por nós. (Hb 9.22)

    3. A ordem expressa de Jesus – Explique que você está apenas obedecendo à ordem do Cristo ressurreto expressa em Marcos 16.16: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”

    4. Finalmente faça o convite – Após explicar todo o plano de Deus, chegou a hora de saber se a pessoa deseja receber a Cristo como salvador ou não. Lembremo-nos o que escreveu John Stott: “Nada de pregação sem convite e nada de convite sem pregação”. Então você pode perguntar assim:

    a) “Você compreendeu o plano de Deus para a salvação?” Isso lhe dá a oportunidade de esclarecer quaisquer dúvidas e assegurar-se de que a pessoa compreendeu mesmo a mensagem do Evangelho. Se a pessoa responder positivamente você pode fazer outra pergunta:

    b) “E então, gostaria de receber a Cristo Salvador agora?” Lembre-se que a entrada no Reino de Deus é parecido como a aceitação de um convite para as bodas (Leia Mateus 22.2-5) Neste texto você vemos que muitos rejeitaram o convite! De fato, somente aqueles que respondem positivamente podem ingressar no Reino de Deus. (Rm 10.8-10)

    Se a pessoa responder positivamente faça uma oração com ela. Parabenize-o(a) pela decisão mais imortante do mundo e aproveite a oportunidade para dizer-lhe algumas coisas importantes que ocorreu em sua vida ao tomar esta decisão. 

    Bom, se a pessoa quiser deixar para mais tarde, mostre-lhe na Bíblia o perigo desse adiamento. Veja alguns textos sobre isto:

    Hebreus 3.7: “…se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração…
    Tiago 4.14:  “…Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”

    Geralmente algumas pessoas apresentam desculpas para não receber a Jesus como Salvador. O evangelista precisa aprender  lidar com as situações. Em fim, não desanime na realização desta tarefa. Jesus deixou uma mensagem especial para aqueles que compartilham a Sua mensagem:

    “…E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mt 28.20)

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