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    Lição 5: A maravilhosa Graça

    2º Trimestre de 2016

     

    Título: Maravilhosa Graça — O Evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos Romanos

    Comentarista: José Gonçalves

     

     

    Lição 5: A maravilhosa Graça

     

    TEXTO ÁUREO

     “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça(Rm 6.14).

     

    VERDADE PRÁTICA

    Cristo Jesus é a graça divina manifestada em forma humana.

     

    LEITURA DIÁRIA

     

    Segunda — Rm 3.24

    A graça do Senhor Jesus Cristo provê a justificação

     

     

    Terça — Cl 1.29

    A graça nos capacita para o trabalho e o combate

     

     

    Quarta — Ef 1.3

    A graça nos concede bênçãos espirituais nos lugares celestiais

     

     

    Quinta — Ef 2.13

    A graça nos aproximou e nos reconciliou com Deus

     

     

    Sexta — Ef 2.8

    A graça é resultado da misericórdia do Todo-Poderoso

     

     

    Sábado — Jo 3.16

    A graça é resultado do amor de Deus pela humanidade

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

     

    Romanos 6.1-12.

     

    1 — Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?

    2 — De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

    3 — Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

    4 — De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

    5 — Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

    6 — sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.

    7 — Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

    8 — Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;

    9 — sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.

    10 — Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.

    11 — Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.

    12 — Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;

     

    HINOS SUGERIDOS

     

    5, 400 e 577 da Harpa Cristã.

     

    OBJETIVO GERAL

     

    Mostrar que Cristo Jesus é a graça divina manifestada em forma humana.

     

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

     

    Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

     

    • I. Apresentar alguns dos inimigos da graça;
    • II. Mostrar a vitória da graça para com o domínio do pecado;
    • III. Relacionar os frutos da graça.

     

    INTERAGINDO COM O PROFESSOR

     

    Prezado professor, dando continuidade ao estudo da Epístola aos Romanos, analisaremos nesta lição o capítulo seis. No capítulo cinco Paulo trata da nossa justificação pela fé no sacrifício de Jesus Cristo. No capítulo seis ele vai abordar a respeito da nova vida em Cristo. O apóstolo mostra que o nosso velho homem já foi crucificado com Cristo. Não somos mais escravos do pecado, pois este foi destruído na cruz. Pela fé morremos para o pecado e como novas criaturas precisamos viver para Deus, em obediência e santidade. Como novas criaturas não alcançamos a perfeição, somos tentados e vivemos em um mundo que jaz no maligno, mas desde o momento que tomamos a decisão de viver pela fé, para Cristo, somos livres do poder do pecado, pois agora o próprio Cristo habita em nós (Gl 2.20).

     

    COMENTÁRIO

     

    INTRODUÇÃO

     

    O capítulo cinco da Epístola aos Romanos mostra o triunfo da graça sobre o pecado. Paulo já havia falado a respeito da justificação, mas o que significava isso na prática? Que implicações teria na vida dos crentes? O apóstolo não procurou filosofar a respeito da origem do pecado e suas consequências. Ele buscou mostrar, de forma clara, como Deus resolveu essa questão. A graça de Deus nos justificou, abolindo o domínio do pecado e fazendo-nos viver livres em Cristo.

     

     

    PONTO CENTRAL

     

     

    Jesus Cristo é a revelação do amor e da graça de Deus.

     

     

    I. OS INIMIGOS DA GRAÇA

     

    1. Antinomismo. Paulo percebeu que a sua argumentação a respeito da graça poderia gerar um mal-entendido. Por isso, tratou logo de esclarecer o seu pensamento a respeito do assunto. Usando o método de diatribe, ele dialoga com um interlocutor imaginário, procurando explicar de forma clara o seu argumento. Paulo já havia dito que onde o pecado abundou, superabundou a graça (Rm 5.20). Tal argumento seria uma afirmação ao estilo dos antinomistas, pois estes acreditavam que podemos viver sem regras ou princípios morais.

    2. Paulo não aceita e não confirma o antinomismo. No antimonismo não há normas. Os que erroneamente aceitavam tal pensamento acreditavam que quanto mais pecarmos mais graça receberemos. Em outras palavras, a graça não impõe limite algum. Antevendo esse entendimento equivocado, o apóstolo pergunta: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?” (Rm 6.1). A resposta é não! A graça não deve servir de desculpa para o pecado.

    Infelizmente, o antinomismo tem ganhado força em nossa sociedade, passando a ser socialmente aceito até mesmo dentro das igrejas evangélicas. Esta é uma doutrina venenosa, que erroneamente faz com que a graça de Deus pareça validar todo tipo de comportamento contrário à Palavra de Deus. Em geral, tal pensamento vem “vestido” de uma roupagem espiritual, porém o antinomista costuma ser relativista quando se utiliza da expressão “não tem nada a ver”.

    3. Legalismo. Em Romanos 6.15, o apóstolo tem em mente o judeu legalista, quando pergunta: “Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!”. A doutrina da justificação pela fé, independentemente das obras da lei, levaria o legalista a argumentar que Paulo estaria ensinado que, em virtude de não estarmos mais debaixo da lei, então não há mais obrigação alguma com o viver santo. Nesse caso, não haveria mais nenhuma barreira de contenção contra o pecado. Na mente do legalista, somente a lei de Moisés era o instrumento adequado para agradar a Deus. Isso justifica as dezenas, e às vezes, centenas de preceitos que o judaísmo associou com o Decálogo. Os legalistas criaram como desdobramento da lei 613 preceitos. A teologia de Paulo irá ensinar que mesmo não estando mais debaixo da lei, o cristão não ficou sem parâmetros espirituais. Pelo contrário, agora que ele tem a vida de Jesus Cristo dentro de si, está capacitado a agradar a Deus, mesmo sem se submeter à letra da Lei de Moisés.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (I)

     

    O antinomismo e o legalismo são inimigos da graça.

     

     

    SUBSÍDIO TEOLÓGICO

     

    “[...] É preciso compreender e comparar dois aspectos da salvação, que são: o aspecto legal e o aspecto ético e moral. No aspecto legal está a justificação, que trata da quitação da pena do pecado. Significa que a exigência da Lei foi cumprida. Porém, no aspecto moral, está a santificação que trata da vivência cotidiana após a justificação. Como compreender então a relação entre a justificação e a santificação?

    Em primeiro lugar, a santificação trata do nosso estado, assim como a justificação trata da nossa posição em Cristo. Observe isto: Na justificação somos declarados justos. Na santificação nos tornamos justos. A justificação é a obra que Deus faz por nós como pecadores. A santificação diz respeito ao que Deus faz em nós. Pela justificação somos colocados numa correta e legal relação com Deus. Na santificação aparecem os frutos dessa relação com Deus. Pela justificação nos é outorgada a segurança. Pela santificação nos é outorgada a confiança na segurança. Em segundo lugar, a santificação envolve, também, o aspecto posicional. Na justificação o crente é visto em posição legal por causa do cumprimento da Lei, na santificação o crente é visto em posição moral e espiritual. Posicionalmente, o crente é visto nesses dois aspectos abordados que são: o legal e o moral. Legalmente, ele se torna justo pela obra justificadora de Jesus Cristo. Moralmente, ele se torna santo por obra do Espírito Santo” (CABRAL, Elienai. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5ª Edição. RJ: CPAD, 2005, pp.73,74).

     

     

     

    II. A VITÓRIA DA GRAÇA

     

    1. A graça destrói o domínio do pecado. Para Paulo, o pecado era como um tirano impiedoso que não poupava seus súditos. Ele reinou desde que entrou no mundo e seu domínio parecia não ser ameaçado. O pecado dominou os que não estavam debaixo da Lei e dominou também os que estavam sob sua égide. Não havia escapatória. Por causa do “velho homem”, uma expressão que para Paulo é sinônimo de natureza caída e pecaminosa, que esse iníquo tirano conseguia reinar. Como se libertar, então, desse tirano? Paulo mostra que a solução de Deus foi aquilo que lhe servia de base de sustentação, o corpo do pecado: “Sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado” (Rm 6.6). O “corpo do pecado” significa mais do que simplesmente o corpo físico, mas o corpo como algo que instrumentaliza o pecado e que precisava ser destruído. A palavra grega katargeo, traduzida em Romanos 6.6 como destruído, possui o sentido de destronado ou tornado inoperante. Foi, portanto, através da cruz de Cristo que esse tirano foi destronado e teve seu domínio desfeito. A graça de Deus triunfou sobre o pecado. Glória a Deus pelo seu dom inefável (1Co 9.15).

    2. A graça destrói o reinado da morte. O apóstolo mostra que o reinado do pecado e seu domínio caracterizaram-se pela morte. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23). Não há lugar nesse mundo onde não se sinta as consequências do pecado.

    3. A graça e os efeitos do pecado. Os efeitos do pecado podem ser vistos por toda parte. Podemos vê-los nas catástrofes naturais, nas guerras, homicídios, estupros e abortos. O pecado traz a marca da morte. Tanto a morte física, como a morte espiritual, o afastamento de Deus, são consequências do pecado. Nada podia destruir esse domínio tenebroso do pecado e fazer parar seus efeitos. Todavia, Paulo mostra que a Graça de Deus invadiu o domínio do pecado e destruiu seu principal trunfo — o poder sobre a morte. A graça de Deus, presente na ressurreição do Senhor Jesus, destruiu o poder sobre a morte física e essa mesma graça, quando nos reconcilia com Deus, destrói o poder da morte espiritual.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (II)

     

    A graça destrói o domínio do pecado na vida daqueles que pela fé aceitam a Jesus Cristo.

     

     

    SUBSÍDIO DIDÁTICO

     

    No segundo tópico estudamos a respeito de dois inimigos da graça: o antinomismo e o legalismo. Se desejar, leia para os alunos a seção "Conheça Mais" que apresenta uma definição para o termo. Quando ao legalismo, se desejar leia o subsídio abaixo a fim de que os alunos compreendam o termo.

    “[Do lat. legale + ismo] Tendência a se reduzir a fé cristã aos aspectos puramente materiais e formais das observâncias, práticas e obrigações eclesiásticas.

    No Novo Testamento, o legalismo foi introduzido na Igreja Cristã pelos crentes oriundos do judaísmo que, interpretando erroneamente o Evangelho de Cristo, forçavam os gentios a guardarem a Lei de Moisés.

    Contra o legalismo, insurgiu-se Paulo. Em suas epístolas aos gálatas e aos romanos, o apóstolo deixou bem claro que o homem é salvo unicamente pela fé em Cristo Jesus, e não pelas obras da Lei” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de Andrade.Dicionário Teológico. 17ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.251).

     

     

    III. OS FRUTOS DA GRAÇA

     

    1. A graça liberta. A graça é libertadora (Rm 6.14) e produz frutos para a nossa santificação: “Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna” (Rm 6.22). Somente a graça seria capaz de desfazer o domínio do pecado. A Bíblia afirma que quem comete pecado é escravo do pecado (Jo 8.34). E mais, o escravo não possuía domínio sobre o seu arbítrio. Essa situação mudou quando a graça, revelada na pessoa de Jesus Cristo, entrou na história e desfez o domínio do pecado. Paulo afirmou que o “pecado não terá domínio sobre nós”. Somos livres em Cristo. Essa liberdade é uma realidade na vida do crente: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 5.1).

    2. Exigências da graça. A graça liberta, mas ao mesmo tempo tem suas exigências. Isso fica claro pelo uso dos termosconsiderar (6.11), que no original (logizomai) significa reconhecer, tomar consciência: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.11). Em Romanos 6.13 a palavra “apresentar” (gr. paristemi), significa colocar-se à disposição de alguém: “Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm 6.13).

    3. A graça santifica. Paulo revela que um dos efeitos imediatos da graça é a justificação e o outro é a santificação: “Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna” (Rm 6.22). A palavra “santificação”, que traduz o grego hagiasmos mantem o sentido de “separação”. A graça nos libertou e nos separou para Deus. A santificação aparece aqui nesse texto como um fruto da graça. No ensino de Paulo a santificação ocorre em dois estágios. Primeiramente somos santificados em Cristo quando o confessamos como Salvador de nossas vidas. Na teologia bíblica isso é conhecido como santificação posicional. Por outro lado, não podemos nos acomodar, mas procurar a cada dia nos santificar, isto é, nos separar para Deus. Essa é a graça progressiva, aquilo que existe como um processo na vida do crente.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (III)

     

    Dois são os frutos da graça, a liberdade em Jesus Cristo e a santificação.

     

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

     

    “Consagração do corpo mortal

    ‘Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões’ (Rm 6.1). Entendemos que o pecado opera por meio do corpo. Da mesma forma que o corpo pode ser consagrado a Deus (Rm 12.1), pode também ser dedicado ao pecado. É claro que o corpo, por si mesmo não pode fazer nada, pois é controlado pela mente. Entretanto, quando o pecado domina a mente do homem, ele controla as ações do corpo. A mente pertence ao domínio da alma humana, e quando a primeira alma inteligente (Adão — Rm 5.12) pecou, todo o seu corpo foi dominado pelo pecado. Quando Paulo exorta os que já haviam experimentado a regeneração dizendo: ‘Não reine o pecado em vosso corpo mortal’, ele estava mostrando aos crentes, romanos que, uma vez que foram justificados, resta-lhes agora viver como tais, na santificação do Espírito” (CABRAL, Elienai.Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5ª Edição. RJ: CPAD, 2005, p.77).

     

     

    CONCLUSÃO

     

    Vimos nesta lição quem são os inimigos da graça, conhecemos a vitória da graça e os seus frutos. Tudo que temos e tudo que somos só foram possíveis pela graça de Deus. Essa graça é que trouxe salvação. “Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens”. Que venhamos viver segundo a recomendação de Tito, renunciando à impiedade e vivendo neste presente século de forma sóbria, justa e piamente (Tt 2.11,12).

     

    PARA REFLETIR

     

    A respeito da Carta aos Romanos, responda:

     

    Segundo a lição, cite dois inimigos da graça.

    Antinomismo e legalismo.

     

    Em que os antinomistas acreditavam?

    Os que erroneamente aceitavam tal pensamento acreditavam que quanto mais pecarmos mais graça receberemos. Em outras palavras, a graça não impõe limite algum.

     

    Para o legalista qual era o único instrumento adequado para agradar a Deus?

    Na mente do legalista, somente a lei de Moisés era o instrumento adequado para agradar a Deus.

     

    Segundo a lição, o que a graça de Deus destrói?

    A graça destrói o domínio do pecado.

     

    Qual fruto a graça produz no crente?

    Os frutos da liberdade e da santificação.

     

    SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

     

    A maravilhosa Graça

     

    O obstáculo à mensagem da Graça de Deus

    Um dos maiores obstáculos sobre o ensino do apóstolo Paulo quanto à maravilhosa graça de Deus é a confusão feita com o Antinomismo. O prezado professor já deve ter se interado das implicações imorais que o Antinomismo traz às vidas das pessoas. A ideia do Antinomismo é promover a extinção de quaisquer espécies de preceitos morais em forma de lei a ser seguida. De modo que se qualquer cristão exigir o mínimo de um comportamento moral do outro, logo ele será denominado moralista, no sentido mais pejorativo do termo.

    É claro que o apóstolo Paulo não estava ensinando no capítulo 6 a extinção de quaisquer aspectos de ordem moral. Quem criou essa confusão foram os intérpretes de Paulo, mais vinculados às doutrinas do Gnosticismo, ao ponto de defenderem a estapafúrdia ideia de que quanto mais “o crente pecar mais a graça o alcançará”, uma interpretação transloucada de Romanos 5.20b: “Mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça”.

    A analogia entre Adão e Cristo

    Ora, qualquer estudante sério das Escrituras sabe que o versículo acima é a culminação da analogia de que o apóstolo faz entre Cristo e Adão (de acordo com o que estudamos na lição 4). Bem como explicou o erudito John Murray, a entrada e a universalidade totalitária do pecado neste mundo, bem como o juízo e a morte, estão ambos vinculados à pessoa de Adão (onde o pecado superabundou). Entretanto, a entrada da justiça divina, o predomínio da graça, da justificação, retidão e da verdadeira vida estão ligadas a Jesus Cristo (onde superabundou a graça). Neste aspecto, o apóstolo quer mostrar que a história da humanidade gira em torno desses dois eixos, Adão e Jesus.

    A doutrina da maravilhosa graça de Deus nos mostrará que o homem dominado pelo pecado só pode ser livre desse domínio pela graça divina. Neste sentido, ela é libertadora, pois livra o ser humano do senhorio do mal; ela é vida, pois destrói o reinado da morte; ela é eterna, pois faz o ser humano levantar-se da morte para a vida plena.

    O ser humano nascido de novo tem gerado dentro dele uma nova consciência que, mesmo quem não conheceu a Lei de Moisés, manifesta a ética e o comportamento baseado no Amor de Deus de maneira consciente e sincera (Gl 5.22-24). Ou seja, o Espírito Santo é quem convenceu este ser humano do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11). Por isso, a graça é maravilhosa!

     

       
  • AGE COMADEPAR - 6 - 7 de Maio de 2016 - Penápolis SP

    AGE COMADEPAR - 6 - 7 de Maio de 2016 - Penápolis SP

    Comadepar Conveção de Ministros das Assembleias de Deus do Estado do Paraná - AGE Maringá 25 05 2014

     

     

     

  • Lição 4 - 2º Trim.2016 LIÇÃO 4 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    Lição 4 - 2º Trim.2016 LIÇÃO 4 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    LIÇÃO 4 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    TEXTO ÁUREO:

    "Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores." (Rm5.8)

     

    VERDADE PRÁTICA:

    A justificação pela fé em Cristo nos libertou de Adão, símbolo do velho homem, para nos colocar em Cristo, onde fomos feitos uma nova criação.

     

    LEITURA DIÁRIA

    Segunda – 1Co 15.21 - O pecado entrou no mundo mediante a Queda de um único homem     

    Terça – 1Co 15.22 - Todos morreram em Adão e só podem ser vivificados em Jesus

    Quarta – 1Co 5.13 - O pecado só pode ser imputado havendo a lei

    Quinta – Rm 5.15 - A suprema eficiência da redenção em Jesus Cristo

    Sexta – Rm 5.17 - O pecado trouxe morte, mas Cristo trouxe a graça divina

    Sábado – Rm 5.21 - A graça e a justiça reinam por intermédio de Cristo

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Romanos 5.1-12

    1 TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;

    2 Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

    3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,

    4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.

    5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

    6 Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

    7 Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.

    8 Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

    9 Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

    10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

    11 E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

    12 Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

     

    HINOS SUGERIDOS:          90, 310, 400da Harpa Cristã

     

    OBJETIVO GERAL

    Esclarecer que a justificação pela fé em Cristo nos libertou da lei do pecado e nos fez novas criaturas.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Apresentar as bênçãos decorrentes da justificação;

    Mostrar as bênçãos do amor trinitário;

    Explicar as bênçãos decorrentes na nova criação.

     

    • INTERAGINDO COM O PROFESSOR

    Professor, você já parou para refletir a respeito das bênçãos decorrentes da justificação pela fé? Pare e pense no que Cristo fez por você. Louve ao Salvador. Adore-o pela sua graça e redenção.

    O Filho de Deus assumiu o castigo que era nosso. Ele tomou sobre si a nossa condenação. Na cruz Cristo cumpriu a nossa pena nos justificando perante o Pai e fazendo de nós novas criaturas. Ele nos libertou da lei do pecado. Uma vez livres e justificados pela fé temos paz com Deus (Rm 5.1) e acesso à graça (Rm 5.2). Como pecadores jamais poderíamos pagar a nossa dívida para com o Pai. Quando pela fé recebemos o perdão de Deus, a culpa que perturbava as nossas consciências foi substituída pela graça e misericórdia divina.

    INTRODUÇÃO

    Nos quatro primeiros capítulos da Epístola aos Romanos, Paulo já havia escrito a respeito das origens e das bases da nossa justificação. Faltava agora falar dos resultados dessa justificação. Que benefícios ela nos trouxe? Quais seriam as bênçãos a ela associada? Paz, alegria, esperança são algumas dessas bênçãos associadas à justificação. Todavia, Paulo vai além, ele mostra que tudo isso só foi possível porque Deus nos fez participante de uma bênção maior — sermos parte da nova criação. Esse fato será mostrado através do contraste feito entre Adão, símbolo da velha criação e Cristo, o segundo Adão, cabeça de uma nova criação.

     

    PONTO CENTRAL

    A justificação pela fé nos concede muitos benefícios.

     

    I-A BÊNÇÃO DA GRAÇA JUSTIFICADORA (Rm 5.1-5)

     

    1. A bênção da paz com Deus.

    No capítulo cinco de Romanos, Paulo mostra os benefícios da justificação pela fé logo no primeiro versículo: "Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com uso que Paulo faz da palavra paz aqui é diferente daquele usado no mundo antigo. No geral, o termo significava ausência de guerra. Porém, Paulo se refere ao vocábulo paz conforme ele aparece no Antigo Testamento e cujo significando era a salvação dos piedosos, prosperidade e bem-estar. Embora os manuscritos mais aceitos do original grego tragam a palavra tenhamos em vez de temos, os teólogos concordam que o argumento de Paulo aqui é a paz como efeito imediato dessa justificação. Assim sendo essa paz deve ser desfrutada aqui e agora. Robertson, erudito em grego bíblico, traduz essa expressão como gozemos de paz com Deus. Portanto, uma paráfrase das palavras de Paulo ficaria da seguinte forma: "Já que fomos justificados por meio da fé, desfrutemos, pois, dessa paz com Deus". Deus tem paz para todos os que foram justificados em Cristo Jesus e deseja que desfrutemos dela.

     

    1. A bênção de esperar em Deus.

    Antes de falar da bênção de esperar em Deus, Paulo fala como se deu esse acesso:

    fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (Rm 5.2). A fé no Cordeiro de Deus nos abriu a porta da graça. Observe o comentário que William Barclay faz a respeito desse texto: "O próprio Jesus nos introduz na presença de Deus; nos abre a porta de acesso à presença do Rei dos reis. E quando se abre essa porta o que encontramos é a graça; não condenação, nem juízo, nem vergonha; senão o intocado e imerecido amor de Deus". A porta se abriu para a esperança. No contexto de Romanos, esperança significa enfrentar o tempo presente, com todos os seus desafios, porque se tem certeza quanto ao futuro. O futuro não é algo mais desconhecido, porque a fé em Jesus nos tornou participantes do seu reino.

     

    3- A bênção de sofrer por Jesus.

    Na lista dos benefícios ou bênçãos vindos da cruz encontramos uma que, no contexto atual, escandaliza muita gente. Paulo tem no sofrimento uma motivação para se gloriar! "E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência; e a experiência, a esperança" (Rm 5.3,4).

     

    A palavra grega thlipsis, traduzida em português como tribulação, significa pressões, dificuldades e sofrimentos. Que tipo de fé era essa que se alegrava

    no sofrimento? Era a fé pura, sem os resquícios da Teologia da Prosperidade, sem os paliativos espirituais criados para entreter os cristãos modernos.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO l

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção da paz com Deus.

     

    SUBSÍDIO DIDÁTICO

    Inicie o tópico fazendo a seguinte indagação: Quais são as bênçãos de correntes da justificação?" Incentive a participação de todos e ouça os alunos com atenção. Em seguida copie no quadro o esquema abaixo. Utilize-o para mostrar aos alunos algumas das bênçãos decorrentes da justificação. Leia e discuta as referências bíblicas com os alunos.

     

             OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

    1. Paz com Deus (5.1).       
    2. Acesso à graça, pela fé (5.2). 
    3. Esperança da glória de Deus (5.2), 

    4 Alegria nas tribulações (5.3-5).

    1. O amor divino derramado em nós (5.5b).
    2. O amor de Deus demonstrado a nós através da morte de seu Filho   (5.6-11).

     

     

    II-AS BÊNÇÃOS DO AMOR TRINITÁRIO (Rrn 5.5-11)

     

    1. O amor que o Pai outorga.

    A visão que Paulo possui a respeito do Senhor é muito diferente da do judaísmo dos seus dias. O Deus que Paulo está revelando em suas epístolas é amor. Por isso, muito diferente daquele que os judeus conheciam.  

    A expressão amor de Deus, que aparece em Romanos 5.5, no original está no caso genitivo, indicando origem ou posse. Deus é a origem e a fonte do amor. Embora o antigo Israel houvesse quebrado a aliança, sendo digno de punição, Deus em seu amor infinito o procura para uma reconciliação. Esse é o amor que perdoa.

    O Deus da teologia paulina ama suas criaturas e como prova maior desse amor enviou seu Filho para morrer por elas (Jo 3.16). A justificação pela fé nos dá uma nova percepção da pessoa de Deus e seus atributos, e essa percepção mostra que Ele é amor.

     

    1. O amor que o Espírito distribui.

    Deus é a fonte do amor e o Espírito Santo é quem o instrumentaliza na vida do crente. Paulo diz que o amor de Deus está "[...] derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5.5b).

     

    O apóstolo tem em mente a profecia de Joel 2.28 e o evento de Pentecostes em Atos dos Apóstolos 2.4, onde há a infusão do Espírito Santo sobre os crentes. Há alguns fatos interessantes com o tempo verbal grego (tempo perfeito) da palavra ekchéo, traduzida aqui como derramar. Esse verbo enfatiza uma ação passada, mas que continua com os efeitos no presente. É como se ele dissesse, "o amor de Deus foi derramado em nossos corações no passado quando cremos no Senhor, mas seus efeitos continuam vivos no presente". Temos, pois, razão para amarmos porque o Espírito Santo faz-nos viver esse amor.

     

    1. O amor que o Filho realiza.

    O amor é originário do Pai, operacionalizado pelo Espírito e realizado pelo Filho. Cristo é a manifestação suprema do amor de Deus (Rm 5.6-8). Se quisermos conhecer o amor de Deus, basta olharmos para Cristo, o bendito Filho de Deus.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO II

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção do amor trinitário.

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

    O amor divino derramado em nós (5.5b)

    Temos a força que energiza a nossa esperança que é "o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo', Esse amor só é derramado sobre um coração justificado, O interessante desse versículo é o destaque ao amor que Deus tem por nós, e não o amor que ternos para com Ele. Descobrimos também neste versículo a participação das três Pessoas da Trindade na nossa justifica cão. Clifton J, Allen, em seu Comentário aos Romanos, escreve sobre isto: "As três Pessoas da Trindade têm sua parte na nossa salvação. Deus nos justifica por causa da nossa fé. Sua justiça se torna possível por causa da redenção dada por Cristo, O Espírito Santo nos torna cônscios da nossa necessidade, faz com que exerçamos a fé, e faz transbordar os nossos corações com o amor de Deus. O amor de Deus satisfaz a terna afeição do coração ou corresponde ao desejo do coração1. Portanto, recebemos o amor de Deus em nossos corações e somos transbordados de alegria, graça, poder e vida nova" (CABRAL, Elienai. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5.ed» Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.64,65).

     

    VOCÊ SABIA?

    Dois Adãos (Rm 5.11-21)

    Os teólogos se encantam com essas passagens e discutem exatamente sobre como a morte foi transmitida a todos os homens através do pecado de Adão. Essa questão para Paulo é de ordem prática. A nossa herança racial de Adão é de pecado, morte, alienação. Agora, no entanto, pertencemos a Cristo, o fundador de uma nova raça. Nossa herança nele é de justiça e vida."

     

    Ill- AS BÊNÇÃOS DA NOVA RIAÇÃO (Rm 5.12-21)

     

    1. O homem em Adão.

    Os efeitos e as bênçãos da justificação são agora ilustrados por Paulo com as figuras de Adão e Cristo. Primeiramente Paulo fala do "homem em Adão", em Romanos 5.12-14. Existem várias interpretações a respeito deste texto bíblico, mas a ideia mais aceita pelos intérpretes é que Adão, como cabeça da raça humana, representava toda a humanidade. Nesse aspecto, todos pecaram, pois, todos descenderam de Adão. Para Paulo, o "homem em Adão", símbolo da velha criação, está condenado; em desobediência; dominado pelo pecado e vencido pela morte. O homem em Adão é, portanto, um projeto falido. Não há nenhuma esperança para ele.

     

    1. O homem em Cristo.

    O contraste entre Adão e Cristo é feito com cores vivas pelo apóstolo em Romanos 5.15-17. O "homem em Cristo", símbolo da nova criação de Deus, é justificado, obediente, dominado pela graça e dominado pela vida com Deus.

    O primeiro Adão é alma vivente, o segundo Adão é Espírito vivificante; o primeiro Adão é da terra, o segundo Adão é do céu; o primeiro Adão é pecador, o segundo Adão é justo; o primeiro Adão é morte, o segundo Adão é vida. É exatamente isso que o apóstolo ensina em outro lugar aos cristãos de Éfeso. Em Cristo, somos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais; escolhidos nEle antes da fundação do mundo para sermos santos; fomos feitos filhos de Deus; temos a redenção dos nossos pecados pelo seu sangue e fomos selados com o Espírito Santo (Ef 1.1-13).

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

    Reproduza o quadro da página seguinte. Leia com os alunos Romanos 5.15-21 e em seguida, utilizando o quadro faça um contraste entre Adão e Cristo.

     

    ADÃO

    1. Peia ofensa de um só, morreram muitos (v. 15).
    2. Unia só ofensa e todos foram condenados (v. 16),
    3. Pela ofensa de um, reinou a morte sobre todos (v. 17).
    4. Por uma só ofensa veio o juízo todos (v. 18).
    5. Pela desobediência de um homem, todos se fizeram pecadores (v. 19).
    6. Pela ofensa de um só, abundou o pecado (v. 20).
    7. O pecado reinou peia morte (v. 21).

     

    CRISTO

    1. Peto dom da graça de UM só homem, a graça foi abundante sobre muitos (v. 15).
    2. A graça de um só homem transcorre de muitas ofensas (v. 16),
    3. Peia justiça de um só reinou a vida (v. 17).
    4. Por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos (v. 18),
    5. Pela obediência de um homem, muitos se tornaram justos (v. 19).
    6. Pela justiça de um só, superabundou a graça (v. 20).
    7. A graça reinou pela justiça (v. 21).

     

    SÍNTESE DO TÓPICO III

    Com a justificação pela fé recebemos a bênção do novo nascimento.

     

    CONCLUSÃO

    O capitulo cinco de Romanos mostra de que forma Deus amou os homens. Ele os encontra pecadores, ímpios, e indiferentes ao seu propósito. Mas, mesmo assim os ama. Numa demonstração inimaginável de amor, Ele os justifica pela fé na pessoa bendita de Jesus Cristo e os abençoa com todas as bênçãos espirituais. No capítulo 5 de Romanos o amor de Deus parece romper todos os limites. Não é pelo que fazemos, mas pelo que Cristo fez por nós! Como disse certo autor: "Não há nada que eu possa fazer para Deus me amar mais e não há nada que eu possa fazer para Ele me amar menos".

     

    PARA REFLETIR

    A respeito da Carta aos Romanos, responda:

    • Qual era o significado da palavra paz no Antigo Testamento?

    O uso que Paulo faz da palavra paz é diferente daquele usado no mundo antigo. No geral, o termo significava ausência de guerra. Porém, Paulo se refere ao vocábulo paz conforme ele aparece no Antigo Testamento e cujo significado era a salvação dos piedosos, prosperidade e bem-estar.

    • Qual o primeiro benefício da justificação?

    A paz com Deus.

    • Qual o significado da palavra esperança no contexto de romanos?

    No contexto de Romanos, esperança significa enfrentar o tempo presente, com todos os seus desafios, porque se tem certeza quanto ao futuro.

    • Quem é a origem, fonte do amor?

    Deus é a origem e a fonte do amor.

    • Faça um contraste entre Adão e Cristo.

    O primeiro Adão é alma vivente, o segundo Adão é Espírito vivificante; o primeiro Adão é da terra, o segundo Adão é do céu; o primeiro Adão é pecador, o segundo Adão é justo; o primeiro Adão é morte, o segundo Adão é vida.

     

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