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    Lição 5: A maravilhosa Graça

    2º Trimestre de 2016

     

    Título: Maravilhosa Graça — O Evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos Romanos

    Comentarista: José Gonçalves

     

     

    Lição 5: A maravilhosa Graça

     

    TEXTO ÁUREO

     “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça(Rm 6.14).

     

    VERDADE PRÁTICA

    Cristo Jesus é a graça divina manifestada em forma humana.

     

    LEITURA DIÁRIA

     

    Segunda — Rm 3.24

    A graça do Senhor Jesus Cristo provê a justificação

     

     

    Terça — Cl 1.29

    A graça nos capacita para o trabalho e o combate

     

     

    Quarta — Ef 1.3

    A graça nos concede bênçãos espirituais nos lugares celestiais

     

     

    Quinta — Ef 2.13

    A graça nos aproximou e nos reconciliou com Deus

     

     

    Sexta — Ef 2.8

    A graça é resultado da misericórdia do Todo-Poderoso

     

     

    Sábado — Jo 3.16

    A graça é resultado do amor de Deus pela humanidade

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

     

    Romanos 6.1-12.

     

    1 — Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?

    2 — De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

    3 — Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

    4 — De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

    5 — Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

    6 — sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.

    7 — Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

    8 — Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;

    9 — sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.

    10 — Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.

    11 — Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.

    12 — Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;

     

    HINOS SUGERIDOS

     

    5, 400 e 577 da Harpa Cristã.

     

    OBJETIVO GERAL

     

    Mostrar que Cristo Jesus é a graça divina manifestada em forma humana.

     

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

     

    Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

     

    • I. Apresentar alguns dos inimigos da graça;
    • II. Mostrar a vitória da graça para com o domínio do pecado;
    • III. Relacionar os frutos da graça.

     

    INTERAGINDO COM O PROFESSOR

     

    Prezado professor, dando continuidade ao estudo da Epístola aos Romanos, analisaremos nesta lição o capítulo seis. No capítulo cinco Paulo trata da nossa justificação pela fé no sacrifício de Jesus Cristo. No capítulo seis ele vai abordar a respeito da nova vida em Cristo. O apóstolo mostra que o nosso velho homem já foi crucificado com Cristo. Não somos mais escravos do pecado, pois este foi destruído na cruz. Pela fé morremos para o pecado e como novas criaturas precisamos viver para Deus, em obediência e santidade. Como novas criaturas não alcançamos a perfeição, somos tentados e vivemos em um mundo que jaz no maligno, mas desde o momento que tomamos a decisão de viver pela fé, para Cristo, somos livres do poder do pecado, pois agora o próprio Cristo habita em nós (Gl 2.20).

     

    COMENTÁRIO

     

    INTRODUÇÃO

     

    O capítulo cinco da Epístola aos Romanos mostra o triunfo da graça sobre o pecado. Paulo já havia falado a respeito da justificação, mas o que significava isso na prática? Que implicações teria na vida dos crentes? O apóstolo não procurou filosofar a respeito da origem do pecado e suas consequências. Ele buscou mostrar, de forma clara, como Deus resolveu essa questão. A graça de Deus nos justificou, abolindo o domínio do pecado e fazendo-nos viver livres em Cristo.

     

     

    PONTO CENTRAL

     

     

    Jesus Cristo é a revelação do amor e da graça de Deus.

     

     

    I. OS INIMIGOS DA GRAÇA

     

    1. Antinomismo. Paulo percebeu que a sua argumentação a respeito da graça poderia gerar um mal-entendido. Por isso, tratou logo de esclarecer o seu pensamento a respeito do assunto. Usando o método de diatribe, ele dialoga com um interlocutor imaginário, procurando explicar de forma clara o seu argumento. Paulo já havia dito que onde o pecado abundou, superabundou a graça (Rm 5.20). Tal argumento seria uma afirmação ao estilo dos antinomistas, pois estes acreditavam que podemos viver sem regras ou princípios morais.

    2. Paulo não aceita e não confirma o antinomismo. No antimonismo não há normas. Os que erroneamente aceitavam tal pensamento acreditavam que quanto mais pecarmos mais graça receberemos. Em outras palavras, a graça não impõe limite algum. Antevendo esse entendimento equivocado, o apóstolo pergunta: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?” (Rm 6.1). A resposta é não! A graça não deve servir de desculpa para o pecado.

    Infelizmente, o antinomismo tem ganhado força em nossa sociedade, passando a ser socialmente aceito até mesmo dentro das igrejas evangélicas. Esta é uma doutrina venenosa, que erroneamente faz com que a graça de Deus pareça validar todo tipo de comportamento contrário à Palavra de Deus. Em geral, tal pensamento vem “vestido” de uma roupagem espiritual, porém o antinomista costuma ser relativista quando se utiliza da expressão “não tem nada a ver”.

    3. Legalismo. Em Romanos 6.15, o apóstolo tem em mente o judeu legalista, quando pergunta: “Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!”. A doutrina da justificação pela fé, independentemente das obras da lei, levaria o legalista a argumentar que Paulo estaria ensinado que, em virtude de não estarmos mais debaixo da lei, então não há mais obrigação alguma com o viver santo. Nesse caso, não haveria mais nenhuma barreira de contenção contra o pecado. Na mente do legalista, somente a lei de Moisés era o instrumento adequado para agradar a Deus. Isso justifica as dezenas, e às vezes, centenas de preceitos que o judaísmo associou com o Decálogo. Os legalistas criaram como desdobramento da lei 613 preceitos. A teologia de Paulo irá ensinar que mesmo não estando mais debaixo da lei, o cristão não ficou sem parâmetros espirituais. Pelo contrário, agora que ele tem a vida de Jesus Cristo dentro de si, está capacitado a agradar a Deus, mesmo sem se submeter à letra da Lei de Moisés.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (I)

     

    O antinomismo e o legalismo são inimigos da graça.

     

     

    SUBSÍDIO TEOLÓGICO

     

    “[...] É preciso compreender e comparar dois aspectos da salvação, que são: o aspecto legal e o aspecto ético e moral. No aspecto legal está a justificação, que trata da quitação da pena do pecado. Significa que a exigência da Lei foi cumprida. Porém, no aspecto moral, está a santificação que trata da vivência cotidiana após a justificação. Como compreender então a relação entre a justificação e a santificação?

    Em primeiro lugar, a santificação trata do nosso estado, assim como a justificação trata da nossa posição em Cristo. Observe isto: Na justificação somos declarados justos. Na santificação nos tornamos justos. A justificação é a obra que Deus faz por nós como pecadores. A santificação diz respeito ao que Deus faz em nós. Pela justificação somos colocados numa correta e legal relação com Deus. Na santificação aparecem os frutos dessa relação com Deus. Pela justificação nos é outorgada a segurança. Pela santificação nos é outorgada a confiança na segurança. Em segundo lugar, a santificação envolve, também, o aspecto posicional. Na justificação o crente é visto em posição legal por causa do cumprimento da Lei, na santificação o crente é visto em posição moral e espiritual. Posicionalmente, o crente é visto nesses dois aspectos abordados que são: o legal e o moral. Legalmente, ele se torna justo pela obra justificadora de Jesus Cristo. Moralmente, ele se torna santo por obra do Espírito Santo” (CABRAL, Elienai. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5ª Edição. RJ: CPAD, 2005, pp.73,74).

     

     

     

    II. A VITÓRIA DA GRAÇA

     

    1. A graça destrói o domínio do pecado. Para Paulo, o pecado era como um tirano impiedoso que não poupava seus súditos. Ele reinou desde que entrou no mundo e seu domínio parecia não ser ameaçado. O pecado dominou os que não estavam debaixo da Lei e dominou também os que estavam sob sua égide. Não havia escapatória. Por causa do “velho homem”, uma expressão que para Paulo é sinônimo de natureza caída e pecaminosa, que esse iníquo tirano conseguia reinar. Como se libertar, então, desse tirano? Paulo mostra que a solução de Deus foi aquilo que lhe servia de base de sustentação, o corpo do pecado: “Sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado” (Rm 6.6). O “corpo do pecado” significa mais do que simplesmente o corpo físico, mas o corpo como algo que instrumentaliza o pecado e que precisava ser destruído. A palavra grega katargeo, traduzida em Romanos 6.6 como destruído, possui o sentido de destronado ou tornado inoperante. Foi, portanto, através da cruz de Cristo que esse tirano foi destronado e teve seu domínio desfeito. A graça de Deus triunfou sobre o pecado. Glória a Deus pelo seu dom inefável (1Co 9.15).

    2. A graça destrói o reinado da morte. O apóstolo mostra que o reinado do pecado e seu domínio caracterizaram-se pela morte. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23). Não há lugar nesse mundo onde não se sinta as consequências do pecado.

    3. A graça e os efeitos do pecado. Os efeitos do pecado podem ser vistos por toda parte. Podemos vê-los nas catástrofes naturais, nas guerras, homicídios, estupros e abortos. O pecado traz a marca da morte. Tanto a morte física, como a morte espiritual, o afastamento de Deus, são consequências do pecado. Nada podia destruir esse domínio tenebroso do pecado e fazer parar seus efeitos. Todavia, Paulo mostra que a Graça de Deus invadiu o domínio do pecado e destruiu seu principal trunfo — o poder sobre a morte. A graça de Deus, presente na ressurreição do Senhor Jesus, destruiu o poder sobre a morte física e essa mesma graça, quando nos reconcilia com Deus, destrói o poder da morte espiritual.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (II)

     

    A graça destrói o domínio do pecado na vida daqueles que pela fé aceitam a Jesus Cristo.

     

     

    SUBSÍDIO DIDÁTICO

     

    No segundo tópico estudamos a respeito de dois inimigos da graça: o antinomismo e o legalismo. Se desejar, leia para os alunos a seção "Conheça Mais" que apresenta uma definição para o termo. Quando ao legalismo, se desejar leia o subsídio abaixo a fim de que os alunos compreendam o termo.

    “[Do lat. legale + ismo] Tendência a se reduzir a fé cristã aos aspectos puramente materiais e formais das observâncias, práticas e obrigações eclesiásticas.

    No Novo Testamento, o legalismo foi introduzido na Igreja Cristã pelos crentes oriundos do judaísmo que, interpretando erroneamente o Evangelho de Cristo, forçavam os gentios a guardarem a Lei de Moisés.

    Contra o legalismo, insurgiu-se Paulo. Em suas epístolas aos gálatas e aos romanos, o apóstolo deixou bem claro que o homem é salvo unicamente pela fé em Cristo Jesus, e não pelas obras da Lei” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de Andrade.Dicionário Teológico. 17ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.251).

     

     

    III. OS FRUTOS DA GRAÇA

     

    1. A graça liberta. A graça é libertadora (Rm 6.14) e produz frutos para a nossa santificação: “Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna” (Rm 6.22). Somente a graça seria capaz de desfazer o domínio do pecado. A Bíblia afirma que quem comete pecado é escravo do pecado (Jo 8.34). E mais, o escravo não possuía domínio sobre o seu arbítrio. Essa situação mudou quando a graça, revelada na pessoa de Jesus Cristo, entrou na história e desfez o domínio do pecado. Paulo afirmou que o “pecado não terá domínio sobre nós”. Somos livres em Cristo. Essa liberdade é uma realidade na vida do crente: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 5.1).

    2. Exigências da graça. A graça liberta, mas ao mesmo tempo tem suas exigências. Isso fica claro pelo uso dos termosconsiderar (6.11), que no original (logizomai) significa reconhecer, tomar consciência: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.11). Em Romanos 6.13 a palavra “apresentar” (gr. paristemi), significa colocar-se à disposição de alguém: “Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm 6.13).

    3. A graça santifica. Paulo revela que um dos efeitos imediatos da graça é a justificação e o outro é a santificação: “Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna” (Rm 6.22). A palavra “santificação”, que traduz o grego hagiasmos mantem o sentido de “separação”. A graça nos libertou e nos separou para Deus. A santificação aparece aqui nesse texto como um fruto da graça. No ensino de Paulo a santificação ocorre em dois estágios. Primeiramente somos santificados em Cristo quando o confessamos como Salvador de nossas vidas. Na teologia bíblica isso é conhecido como santificação posicional. Por outro lado, não podemos nos acomodar, mas procurar a cada dia nos santificar, isto é, nos separar para Deus. Essa é a graça progressiva, aquilo que existe como um processo na vida do crente.

     

     

    SÍNTESE DO TÓPICO (III)

     

    Dois são os frutos da graça, a liberdade em Jesus Cristo e a santificação.

     

     

    SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

     

    “Consagração do corpo mortal

    ‘Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões’ (Rm 6.1). Entendemos que o pecado opera por meio do corpo. Da mesma forma que o corpo pode ser consagrado a Deus (Rm 12.1), pode também ser dedicado ao pecado. É claro que o corpo, por si mesmo não pode fazer nada, pois é controlado pela mente. Entretanto, quando o pecado domina a mente do homem, ele controla as ações do corpo. A mente pertence ao domínio da alma humana, e quando a primeira alma inteligente (Adão — Rm 5.12) pecou, todo o seu corpo foi dominado pelo pecado. Quando Paulo exorta os que já haviam experimentado a regeneração dizendo: ‘Não reine o pecado em vosso corpo mortal’, ele estava mostrando aos crentes, romanos que, uma vez que foram justificados, resta-lhes agora viver como tais, na santificação do Espírito” (CABRAL, Elienai.Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5ª Edição. RJ: CPAD, 2005, p.77).

     

     

    CONCLUSÃO

     

    Vimos nesta lição quem são os inimigos da graça, conhecemos a vitória da graça e os seus frutos. Tudo que temos e tudo que somos só foram possíveis pela graça de Deus. Essa graça é que trouxe salvação. “Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens”. Que venhamos viver segundo a recomendação de Tito, renunciando à impiedade e vivendo neste presente século de forma sóbria, justa e piamente (Tt 2.11,12).

     

    PARA REFLETIR

     

    A respeito da Carta aos Romanos, responda:

     

    Segundo a lição, cite dois inimigos da graça.

    Antinomismo e legalismo.

     

    Em que os antinomistas acreditavam?

    Os que erroneamente aceitavam tal pensamento acreditavam que quanto mais pecarmos mais graça receberemos. Em outras palavras, a graça não impõe limite algum.

     

    Para o legalista qual era o único instrumento adequado para agradar a Deus?

    Na mente do legalista, somente a lei de Moisés era o instrumento adequado para agradar a Deus.

     

    Segundo a lição, o que a graça de Deus destrói?

    A graça destrói o domínio do pecado.

     

    Qual fruto a graça produz no crente?

    Os frutos da liberdade e da santificação.

     

    SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

     

    A maravilhosa Graça

     

    O obstáculo à mensagem da Graça de Deus

    Um dos maiores obstáculos sobre o ensino do apóstolo Paulo quanto à maravilhosa graça de Deus é a confusão feita com o Antinomismo. O prezado professor já deve ter se interado das implicações imorais que o Antinomismo traz às vidas das pessoas. A ideia do Antinomismo é promover a extinção de quaisquer espécies de preceitos morais em forma de lei a ser seguida. De modo que se qualquer cristão exigir o mínimo de um comportamento moral do outro, logo ele será denominado moralista, no sentido mais pejorativo do termo.

    É claro que o apóstolo Paulo não estava ensinando no capítulo 6 a extinção de quaisquer aspectos de ordem moral. Quem criou essa confusão foram os intérpretes de Paulo, mais vinculados às doutrinas do Gnosticismo, ao ponto de defenderem a estapafúrdia ideia de que quanto mais “o crente pecar mais a graça o alcançará”, uma interpretação transloucada de Romanos 5.20b: “Mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça”.

    A analogia entre Adão e Cristo

    Ora, qualquer estudante sério das Escrituras sabe que o versículo acima é a culminação da analogia de que o apóstolo faz entre Cristo e Adão (de acordo com o que estudamos na lição 4). Bem como explicou o erudito John Murray, a entrada e a universalidade totalitária do pecado neste mundo, bem como o juízo e a morte, estão ambos vinculados à pessoa de Adão (onde o pecado superabundou). Entretanto, a entrada da justiça divina, o predomínio da graça, da justificação, retidão e da verdadeira vida estão ligadas a Jesus Cristo (onde superabundou a graça). Neste aspecto, o apóstolo quer mostrar que a história da humanidade gira em torno desses dois eixos, Adão e Jesus.

    A doutrina da maravilhosa graça de Deus nos mostrará que o homem dominado pelo pecado só pode ser livre desse domínio pela graça divina. Neste sentido, ela é libertadora, pois livra o ser humano do senhorio do mal; ela é vida, pois destrói o reinado da morte; ela é eterna, pois faz o ser humano levantar-se da morte para a vida plena.

    O ser humano nascido de novo tem gerado dentro dele uma nova consciência que, mesmo quem não conheceu a Lei de Moisés, manifesta a ética e o comportamento baseado no Amor de Deus de maneira consciente e sincera (Gl 5.22-24). Ou seja, o Espírito Santo é quem convenceu este ser humano do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11). Por isso, a graça é maravilhosa!

     

       
  • LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

    LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

    LIÇÃO 7: O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

                                 9 de Agosto de 2016

    Texto Áureo

    "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa f é não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (l Co 2.4,5)

    Verdade Prática

    Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espirito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo académico e do mundo político.

      

    LEITURA DIÁRIA

     


    Segunda – Dn 1.1-8: Os hebreus na universidade de Babilónia

    Terça – Dn 1.19,20: A excelência académica de Daniel

    Quarta – 1Co 1.18: A supremacia da Mensagem da Cruz 

    Quinta – 1Tm 2.7: Paulo, doutor dos gentios

    Sexta – Cl 4.14: Lucas, um evangelista acadêmico

    Sábado – Mt 23.24: Sábios a serviço do Evangelho de Jesus Cristo

     

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Daniel 2.24-28

    24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação.

    25 Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação.

    26 Respondeu o rei, e disse a Daniel ( cujo nome era Beltessazar ): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?

    27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei;

    28 Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes.

     

    HINOS SUGERIDOS 63,149, 600 DA HARPA CRISTÃ

    OBJETIVO GERAL

    Mostrar que precisamos alcançar com as Boas-Novas o mundo académico e político.

     

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Compreender que Daniel fez a diferença na universidade de Babilónia.

    Conscientizar de que Daniel e seus amigos souberam realçar a sobera­nia do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

    Explicar a intervenção de Deus na política babilônica.

     

    * INTERAGINDO COM O PROFESSOR

    Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos alcançara todos com as Boas-Novas. O mundo académico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. A Escola Dominical deve preparar os crentes para serem testemunhas do Deus Todo-Poderoso nas universidades e na esfera política. Infelizmente, ao chegarás universidades, muitos acabam sendo envolvidos por filosofas malignas, apostatando da f é cristã. Precisamos seguir o exemplo de Daniel e seus amigos. Eles tiveram uma vida pública, política e académica de sucesso, exaltando e glorificando o nome do Senhor. Estes não se deixaram contaminar pela cultura babilónica, mas foram "sal" e "luz" em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado.

     

    INTRODUÇÃO

    A evangelização nas universidades também deve ser uma prioridade máxima da igreja, pois do universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e le­gisladores. Cabe-nos, pois, preparar adequadamente nos­sos irmãos em Cristo, a fim de que, nocampus, atuem como reais testemunhas de Jesus Cristo. Somente desta maneira viremos a ter um país mais justo e comprometido com a Ética Cristã.

     

    Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilónia, destacaram-se como académicos, servidores públicos e políticos. Eles mostraram, em atos e palavras, a supremacia do Deus de Israel.

    A vida desses hebreus serve de exem­plo aos académicos e políticos cristãos, que lutam por levar o Evangelho às mais altas esferas do conhecimento e do poder.

    l – DANIEL NA UNIVERSIDADE BABILÔNICA

    Em Babilónia, Daniel e seus três companheiros foram reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4).

    Eles, porém, jamais renunciaram o seu temor a Deus, que é o princípio de toda a sabedoria (Pv 1.7).

     

    1. Uma vida testemunhal.

    Antes mesmo de serem matriculados na universidade babilónica, eles resolveram firmemen­te, em seu coração, não se contaminar com a cultura caldaica (Dn 1.8). O seu ob­jetivo não era destruí-la, mas transformá-la através de uma postura santa e testemunhal. Mais adiante, eles vieram a influenciar até mesmo a classe política do império.

     

    Os crentes devem ser orientados para que testemunhem de Cristo também no campus universitário. Em primeiro lugar, o universitário crente evangeliza através de um testemunho santo e ir­repreensível que, por si mesmo, é uma mensagem. E, também, por meio de uma abordagem sábia e oportuna, que mostre a razão de nossa esperança (l Pé 3.15). Nenhum universitário cristão deve sacrificar o Evangelho no altar da pós-modernidade. Antes, que seja opor­tuno na proclamação de Cristo.

     

    1. Uma carreira académica teste­munhal.

    Incentivemos nossos irmãos (as) a que sobressaiam pela excelência aca­démica. Se apresentarem rendimentos medíocres, como poderão demonstrar que o amor a Cristo conduz à verdadeira sabedoria? Vejamos o exemplo de Daniel e seus companheiros. Eles formaram-se com louvor máximo: "E em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20).

    A mediocridade académica depõe contra o Evangelho. O crente que ama a Cristo adora-o também com as suas notas, graduações, mestrados e doutorados.

     

    1. Uma carreira testemunhal.

    Daniel e seus três companheiros foram inseridos, imediatamente, na elite cultural e científica de Babilónia. E, nessa posição, Daniel ficaria por mais de 70 anos (Dn 1.21). Jesus precisa de testemunhas em todas as áreas do saber humano. Ele também morreu pelos cientistas, médicos, advogados, sociólogos e educadores. Se preparar­mos devidamente os crentes, levaremos Cristo à elite cultural de nossa nação e do mundo. Por conseguinte, treinemos os crentes para que formem, no compus, grupos de oração, estudo bíblico e evangelismo. Desses núcleos, Deus haverá de suscitar testemunhas irresistíveis de sua Palavra. O Evangelho de Cristo não pode ausentar-se das áreas cultas.

     

    PONTO CENTRAL

    A Igreja do Senhor precisa fazer a diferença no mun­do académico e político.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO l

    Daniel e seus amigos foram educa­dos na universidade babilónica, mas não se corromperam.

     

    SUBSÍDIO TEOLÓGICO

    Arqueólogos revelam que os quatro jovens devem ter estudado por exemplo: língua caldeia, textos cuneiformes em caldeu e acádio, uma vasta gama de re­sumos sobre religião, magia, astrologia e ciências, além de falarem e escreverem em aramaico.

     

    Aproveite para mostrar aos alunos que quando o nosso compromisso com Deus é forte, isso não significa ne­cessariamente que seremos corrompidos por uma educação pagã, numa sociedade pagã" (RICHARDS, Lawrence O. Cuia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capítulo por capítulo, 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p, 513).

     

    II-DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA

    Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um governante que desconhecia por completo a so­berania divina. Entretanto, souberam como, num momento crítico, realçar a soberania do Único e Verdadeiro Deus.

     

    1. A crise escatológica.

    O rei Na­bucodonosor estava preocupado com o futuro de seu império, quando Deus lhe mostrou, em sonho, o estabelecimento do Reino do Céu na Terra. Como nenhum de seus magos ou astrólogos fora capaz de interpretar-lhe o sonho, decretou a morte da elite intelectual de Babilónia (Dn 2.5). A academia babilónica era inútil naquele momento.

     

    Crises semelhantes desafiam os académicos cristãos nas diversas áre­as do conhecimento. Por essa razão, precisam estar alicerçados na Palavra de Deus, a fim de mostrar o Evangelho de Cristo como a única solução a todos os problemas humanos.

     

    1. A resposta teológico-evangélica.

    Naquele momento de crise, e diante da própria morte, Daniel apresenta corajosamente a resposta divina: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias [...]" (Dn 2.28). E, assim, o profeta fez saber a Nabucodonosor o programa divino para os últimos dias.

     

    Somente o Evangelho de Cristo pode responder às questões que tanto angustiam a humanidade. Aproveite, pois, a crise atual, para proclamar a todos, inclusive aos sábios e poderosos, que somente Cristo pode resgatar a sociedade atual de uma ruína certa e anunciada.

     

    CONHEÇA MAIS

    Império Babilónico

    "Depois da destruição de Nínive, sete anos antes, o Império Babilónico começou a crescer tão rapida­mente que não dispunha de número suficiente de ba­bilónios cultos para a cúpula governamental. Por isso, Nabucodonosor levou para Babilónia jovens saudáveis de boa aparência e de alto nível cultural a fim de ensi­nar-lhes a cultura dos caldeus e, assim, torná-los úteis ao serviço real. Entre eles estavam Daniel e seus três amigos". (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD).

     

    SÍNTESE DO TÓPICO II

    Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilónica.

     

    SUBSIDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

    Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar com a vida por isso. Note-se que Daniel não tinha agora a presença dos seus pais para orientá-lo nas suas decisões; mas seu amor a Deus e à sua lei achava-se de tal modo arraigados nele desde a infância, que ele somente desejava servir ao Senhor de todo coração.

     

    Aqueles que resolvem permanecer fiéis a Deus, enfrentando a tentação, receberão forças para permanecerem firmes por amor ao Senhor. Por outro lado, aqueles que antes não tomam a decisão de permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra, terão dificuldade para re­sistir ao pecado ou evitar conformar-se corn os caminhos do mundo" [Lv 19.29; 21.7,14; Dt 22.2] (Bíblia de Estudo Pen­tecostal Rio de Janeiro: CPAD, p. 1244).

     

    III. A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABIÔNICA

     

    Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir a pior crise do Império Babilónico. Naquele instante, ele não poderia ser politicamente correto. Por isso, proclamou corajosa­mente a sentença divina sobre o reino de Belsazar.

     

    1. A corrupção de Babilónia.

    Em­bora Nabucodonosor tenha reconheci­do o senhorio divino em três ocasiões, seu filho, Belsazar, ao substituí-lo, não demorou a levar o império à ruína. Numa noite de orgia e insultos ao Deus de Israel, ele profanou os utensílios sagrados do Santo Templo na pre­sença de suas mulheres, concubinas e grandes (Dn 5.1-3). Naquela mesma hora, o Senhor escreveu, na parede do palácio, a sentença de morte daquele reino. O mesmo acontece no Brasil.

    Deus está a requerer de seu povo uma atitude mais evangélica, santa e decisiva (2 Cr 7.14).

     

    1. Daniel, o incorruptível.

    Como nenhum académico babilónico fosse capaz de ler a sentença divina escrita na parede, o nome do velho profeta é evocado. Já na presença do rei e rejeitando todos os dons e agrados que este lhe oferecera, Daniel leu a sentença (Dn 5.25-31). Mais uma vez, ele não se deixou enlaçar pelo charme do politicamente correio. Interpretando a inscrição, repreendeu energicamente o monarca.

     

    Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever. Que venhamos, neste momento de crise económica e política que debilita o Brasil, anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. Os governantes, legisladores e juizes também precisam ouvir que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e, em breve, virá nos buscar.

     

    SÍNTESE DO TÓPICO III.

    Deus é soberano e Senhor. Ele in­terveio no político babilónica.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

    A Religião Babilónica

    Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilónia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão babilónico. Uma festa de ano novo chamada de festa de “akitu” era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezasera come­morar a primitiva de Marduque sobre o caos.

     

    O propósito da era anunciar o novo com um ritual assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano.

     

    Outras divindades adoradas pelos babilónicos eram Anu, do céu; Enlil, deus do vento e da terra, Ea, deus do submundo -juntos, formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus-sot de Ur; e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Sairias, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equi­valente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos, Outras divindades significativas foram Nabo, o deus da escrita e Nergal (irmão de Marduque), o deus da guerra e da fome.

     

    Os deuses da Babilónia eram, em sua origem, personificações das várias forças da natureza, A religião babilónica era dessa forma, orna adoração à natu­reza em todas as suas partes, prestando homenagem a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por fornias humanas, animais (Bíblia de Estudo Pentecostal.1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 2134697).

     

    CONCLUSÃO

    Que os líderes saibam como pre­parar aqueles que vão frequentar uma universidade. À semelhança de Daniel e seus companheiros, estes poderão fazer uma grande diferença no mundo académico e na esfera política. O Senhor Jesus precisa de crentes em todas as camadas sociais.

     

    PARA REFLETIR

    A respeito do Evangelho no mundo académico e político, responda:

    * Por que a evangelização académica é prioridade da igreja?

    Porque no universo académico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores.

    * De que modo os académicos podem testemunhar de Cristo?

    Por intermédio de uma vida testemunhal e uma carreira académica excelente.

    * Como atuaram Daniel e seus companheiros em Babilónia?

    Atuaram de forma excelente, exaltando e glorificando o Deus Todo-Poderoso.

    * Fale da intervenção de Daniel na cultura babilónica.

    Daniel não se deixou enlaçar pela cultura babilónica nem pelo charme do politicamente correto.

    * Qual a obrigação de um político cristão ante as crises?

    Orar e anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.

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